Escola terá programa bilíngue para crianças a partir de 2 anos

A Educação Infantil do colégio presbiteriano Mackenzie conta ainda com cozinha pedagógica, projeto Lego Zoom Education e pediatra de plantão

Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles DF
Colégio Presbiteriano Mackenzie - Post Patrocinado
 

A educação infantil é uma etapa extremamente significativa no desenvolvimento da criança, refletindo-se por toda vida adulta. Segundo estudos científicos, as funções cerebrais responsáveis por muitas habilidades necessárias ao longo da vida são geradas na primeira infância, fase que vai até os 6 anos. A partir daí, a interação com novos objetos e a percepção de valores passam a fazer sentido para as crianças. Pensando nisso, muitos pais procuram escolas capazes de oferecer a continuidade da educação familiar e, ao mesmo tempo, estimular o desenvolvimento de aptidões e competências cognitivas, emocionais e sociais.

“A escola tem que agregar vários fatores, como proposta pedagógica, valores, estrutura e segurança”, opina Marielli Côrtes, mãe de Geovana e Estela, duas alunas do Colégio Mackenzie Brasília.

Michael Melo/Metrópoles

“Quando deixo minhas filhas na escola, é como se estivesse deixando as crianças na casa da avó”, diz Marielli Côrtes

 

As meninas ingressaram na instituição aos dois anos de idade. A mais velha, agora com 9, já está no quinto ano do ensino fundamental, enquanto a caçula, com 5, estuda no Infantil IV. “Sinto que elas aprendem de uma maneira prazerosa, voltam felizes para casa”, conta a mãe. Segundo o pai, Ricardo Roscoe, os dois fatores mais preponderantes na decisão foram a estrutura física e os princípios cristãos do Mackenzie, principalmente os relacionados à família, amizade e respeito ao próximo.

“A questão dos valores aqui é muito forte. Por mais que sejamos católicos, e o Mackenzie seja uma escola presbiteriana, eles estudam a Bíblia. Isso é o mais importante pra nós”.
Marielli Côrtes, mãe e tutora de ensino a distância

De acordo com a professora Lidiane Pucci, 32, que trabalha no Mackenzie há quatro anos, a confessionalidade está presente no material didático e na rotina das turmas. “Os princípios aparecem em histórias e versículos dos livros, os quais são elaborados pelo Sistema Mackenzie de Ensino (SME). Além disso, no início das aulas, há rodinhas com música e oração. Isso faz uma diferença enorme no dia a dia, principalmente na resolução dos conflitos”, afirma.

Michael Melo/Metrópoles

Alunos têm aula de música e salas de leitura, além de laboratórios de artes e informática

Estrutura privilegiada

O espaço físico da educação infantil inclui a cozinha pedagógica, onde os professores ensinam a preparar receitas saudáveis, sempre as relacionando com o conteúdo trabalhado em sala de aula. A escola também conta com refeitório, horta, salas de leitura, de música, laboratórios de artes e informática, quadras esportivas e piscinas pré-aquecidas e cobertas. Além disso, disponibiliza salas de balé, de judô, auditório, playgrounds para diferentes idades, parquinho com areia lavável, escovódromo (ambiente onde se trabalha a higiene bucal) e até um bosque.

Todas as salas de aula têm solário e banheiros infantis. Há ainda fraldário, para os menores, e ambientes de descanso para os aluninhos que chegam dormindo ou sonolentos. Na enfermaria, além de técnicos e enfermeiros, há uma pediatra de plantão e serviço particular de ambulância.

Michael Melo/Metrópoles

A metodologia Lego Zoom permite que as crianças resolvam problemas do cotidiano usando a criatividade

“A nossa estrutura física é privilegiada. Temos horários específicos para que as crianças passem por todos os espaços, semanalmente, e as professoras possam trabalhar com atividades de forma interdisciplinar. Os alunos exploram questões, cores, formas, números e valores, como respeito e o ato de compartilhar”, explica a coordenadora da educação infantil do Mackenzie, Edna Gallucci.

Para complementar o trabalho pedagógico, a escola adotou o projeto Lego Zoom Education. O programa envolve a resolução de problemas do dia a dia por meio da construção de protótipos, feitos a partir das peças de montar. “Há atividades específicas para cada faixa etária e, com o avançar dos níveis, vão ficando mais complexas, mas continuam sendo extremamente atraentes para as crianças, devido à ludicidade”, acrescenta a coordenadora.

Outro projeto de destaque é o aplicativo “Matific”. Com o auxílio da tecnologia, os alunos desenvolvem as habilidades motoras e, ao mesmo tempo, o raciocínio lógico, por meio de jogos matemáticos que possibilitam o aprendizado de forma lúdica. A base do programa é a utilização de jogos pedagógicos para unir números e, claro, diversão. Segundo Edna Gallucci, é um dos momentos preferidos pelas turminhas. “O entretenimento torna o aprendizado prazeroso e contribui para a apreensão significativa dos conceitos matemáticos”, conta.

Michael Melo/Metrópoles

As turmas de 2 e 3 anos têm, no máximo, 22 crianças. As de 4 e 5, até 25 integrantes

Programa bilíngue

A partir de janeiro de 2018, as turmas da educação infantil do turno ampliado (integral) contarão também com o Programa Bilíngue Pearson, um dos mais renomados em todo o mundo. Os alunos terão aproximadamente três horas por dia de ensino em inglês, já a partir dos 2 anos de idade, além de atividades tais como natação, circo, balé e música. Todas as aulas serão ministradas no idioma estrangeiro, totalizando 15 horas semanais.

Uma escola, duas certificações

Uma das vantagens oferecidas pela instituição é a possibilidade de finalizar os estudos com dupla certificação. Isso porque, a partir do 7º ano, os estudantes podem ingressar no Middle School Global Leaders (MSGL). Trata-se de um programa de imersão em inglês e protagonismo desenvolvido pela Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, e aplicado no contraturno escolar, duas vezes por semana. Nele, alunos são incentivados a buscar soluções para os problemas mundiais listados pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Já no ensino médio, os estudantes podem seguir para o High School e obter a certificação brasileira e norte-americana. Além dos componentes curriculares do ensino médio, os alunos cursam 16 disciplinas do programa no contraturno escolar, duas vezes por semana, com professores nativos. Entre as matérias, estão literatura inglesa, redação para o pensamento crítico, marketing para o século 21, planejamento de carreira, oratória, entre outras. Para ingressar, é necessário ter nível de inglês intermediário ou avançado.

Vinicius Santa Rosa/ Especial para o Metrópoles

Erika Zaidan, coordenadora do High School, explica que os matriculados contam ainda com apoio e orientação no processo de candidatura a vagas no exterior

“O objetivo é dar aos estudantes mobilidade pessoal, acadêmica e profissional. Os alunos saem proficientes, prontos para pleitear uma vaga em qualquer universidade estrangeira. E, se eles desejarem se candidatar à Missouri University, ainda podem contar com uma bolsa de US$ 5 mil, caso concluam todos os créditos do programa e obtenham uma média satisfatória”, explica Erika Zaidan, assessora internacional do Mackenzie e coordenadora do High School.

A possibilidade de estudar em outro país foi o que atraiu a estudante Fernanda Haltenburg, de 18 anos. Ela cursou os ensinos fundamental e médio na instituição, conquistou o certificado norte-americano e, atualmente, estuda enfermagem na Universidade de Brasília. No próximo ano, a futura enfermeira planeja continuar o curso em uma universidade alemã. “Na faculdade, percebi que temos um plus. Não só pelas habilidades com o inglês, mas também pela disciplina que adquirimos ao estudar as matérias oferecidas na escola tradicional e no High School”.

Vinícius Santa Rosa/Metrópoles

“O coração fica apertado por deixar família e amigos aqui. Mas sei que vai valer a pena, pois me preparei para isso”, Fernanda Haltenburg, ex-aluna do colégio Mackenzie

 

Todos os anos, os alunos do Middle School e do High School fazem cursos de imersão em universidades norte-americanas e inglesas, onde participam de simulações internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU). No próximo mês, o estudante Felipe Sathler Cruciol, de 17 anos, aluno do 2º ano do High School, irá compor o grupo que participará de simulações realizadas pelas universidades de Yale, em Connecticut, e Harvard, em Boston.

“A gente está vivendo em um mundo tão globalizado que as oportunidades do seu país não são mais suficientes. Então, ter a oportunidade de cursar dois ensinos médios é incrível, abre um leque de opções para o futuro e o seu sucesso acadêmico e profissional”.
Felipe Sathler Cruciol, estudante

Felipe sonha em seguir carreira na área da saúde, como médico. Ao se formar, tentará ingressar na Universidade de Brasília e irá se candidatar a uma vaga na Universidade de Berkeley, na Califórnia. “São dois grandes sonhos: aprender medicina e estudar no exterior. Quando você tem um sonho, precisa segui-lo. E, quando você tem uma oportunidade que poucos têm no seu país, isso é quase uma obrigação”, diz.

Já Débora Rocha, de 16 anos, que também integra o programa de dupla certificação, pretende estudar cinema nos Estados Unidos. Apaixonada por artes e literatura, encontrou no Mackenzie um caminho para concretizar o sonho de realizar um produto hollywoodiano. “As oportunidades na área são muito maiores por lá. Conversei com meus pais, e eles entenderam”, conta.

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