Michelle, o lado suave de Bolsonaro, foi a boa surpresa da posse

Tudo tem um lado bom. A metade do Brasil que não consegue enxergar o de Bolsonaro tem uma esperança: Michelle

atualizado 02/01/2019 7:58

Daniel Ferreira/Metrópoles

Se Jair divide o país, Michelle atraiu a simpatia. Portou-se muito bem. Empoderada, quebrou o protocolo e tomou a palavra para si.

Ao preferir a linguagem dos sinais, ela é intérprete de Libras, a primeira-dama fez gesto em direção às minorias, justamente um dos temas que colocou em lados opostos a turma do “ele sim” e a do “ele não”.

Muito bem-vestida, charmosa e bastante segura, a ceilandense transmitiu ao país mensagem de inclusão. Optou por um tom mais doce e sereno do que o adotado pelo marido. Jair Bolsonaro falou em seguida. O presidente da República começou dizendo que era hora de acabar com o socialismo.

“Agora, como primeira-dama, terei a oportunidade de trabalhar ainda mais. Honra e privilégio de trabalhar para a sociedade brasileira. Cidadão brasileiro quer segurança, paz e prosperidade. Onde todos sejam respeitados.”

Tudo tem um lado bom. A metade do Brasil que não consegue enxergar o de Bolsonaro tem uma esperança: Michelle.

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