Uma vida cronificada: o enigma persistente no tratamento da fibromialgia

Sem marcador biológico definido, os tratamentos psíquicos seguem marginalizados frente às abordagens biomédicas

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1 de 1 Imagem mostra uma mulher se olhando em um espelho quebrado - Metrópoles - Foto: Guido Mieth/Gettyimages

No Brasil, o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Fibromialgia é celebrado em 12 de maio (Lei nº 14.233/2021). Em 2025, o quadro foi reconhecido como deficiência para todos os efeitos legais (Lei nº 15.176/2025), o que reflete tanto o peso epidemiológico do problema quanto a dificuldade persistente em tratá-lo.

Supervisiono, há cerca de oito anos, o estágio em psicologia clínica de orientação psicanalítica no Centro de Atendimento Comunitário do CEUB, em Brasília. Desde que o serviço passou a receber encaminhamentos diretos das especialidades médicas, observa-se um número crescente de pacientes, em sua grande maioria mulheres, chegando com diagnóstico de fibromialgia.

Não chegam, em geral, como quem busca um analista por um impasse localizável na própria vida. Chegam como quem se apresenta a mais uma especialidade. Já passaram pelo clínico geral, pelo reumatologista, pelo neurologista, pelo fisioterapeuta, pelo educador físico. Agora passam pelo psicólogo, que entra como mais uma estação dessa verdadeira carreira médico-terapêutica, sem que se saiba muito bem o que esperar de diferente.

A semana dessas mulheres muitas vezes se organiza em torno dessas estações. Segunda do doutor X, terça do doutor Y, quarta do exame, quinta da entrega do exame para o doutor Z, sexta do encontro com o estagiário de psicologia, a quem muitas chamam, cerimoniosamente, de “doutor”, ainda que ele tenha pouco mais de vinte anos. Uma vida que vai se orbitando em torno da doença.

Diagnosticada por critérios clínicos baseados no relato do paciente, sem marcador laboratorial, sem alteração de imagem, sem lesão tecidual demonstrável, a fibromialgia ocupa um lugar singular na nosografia atual: o de uma dor real cuja causa permanece incerta e cuja cura, segundo as próprias diretrizes oficiais, não existe. O Colégio Americano de Reumatologia revisou seus critérios diagnósticos quatro vezes desde 1990. A Sociedade Brasileira de Reumatologia recorre, em seu material de divulgação, à metáfora de um “botão de volume” da dor desregulado no sistema nervoso central.

A hipótese explicativa hegemônica para essas dores é a da “sensibilização central”, segundo a qual o sistema nervoso processa estímulos dolorosos de modo amplificado. Estudos de neuroimagem confirmam que o paciente experimenta efetivamente a dor que descreve. Esse achado dissolveu, ao menos em parte, o estigma histórico da queixa como invenção de uma histérica. O preço, contudo, foi a sua redução a um defeito de processamento.

O cérebro substitui o corpo como sede do enigma, e o sintoma é convertido em ruído neural. O tratamento é, segundo a literatura, “essencialmente sintomático e multidisciplinar”, combinando exercício aeróbico, antidepressivos tricíclicos, duloxetina, pregabalina e o que se denomina, com elegante imprecisão, “suporte psicológico”.

É justamente nesse último item que a leitura psicanalítica se mostra um ponto fora da curva. As principais sociedades médicas conferem à Terapia Cognitivo-Comportamental o nível máximo de evidência para o tratamento da fibromialgia. Uma revisão recente demonstra que a TCC produz efeitos pequenos a moderados, mas robustos e duradouros, sobre intensidade da dor, funcionamento, sono, depressão e catastrofismo.

A Terapia de Aceitação e Compromisso e o Mindfulness-Based Stress Reduction figuram em segundo plano, com resultados similares. A pergunta que a leitura psicanalítica levanta não é sobre a eficácia dessas intervenções, mas sobre o que elas não alcançam, e por quê.

Ao incentivar protocolos, ao aconselhar atividade física, ao ajudar a nomear certas emoções, o terapeuta pode estar oferecendo algo genuinamente útil. Mas há um risco adjacente que o discurso científico não tematiza, e que a literatura psicanalítica brasileira já vem assinalando há alguns anos: ao fortalecer a relação do sujeito com ferramentas de manejo da dor, pode-se igualmente fortalecer, sem querer, o discurso operatório que a paciente já trazia da sua carreira médica.

Esse discurso operatório tem um nome técnico. Pierre Marty descreveu, em pacientes com queixas somáticas, um modo de funcionamento psíquico que chamou de pensamento operatório: pragmático, concreto, voltado para a realidade externa, marcado pelo empobrecimento da vida fantasiosa. Esse paciente não evoca, não associa, não lembra com afeto. Conta o que fez, não o que sentiu.

Peter Sifneos nomeou o correlato desse funcionamento de alexitimia, literalmente “sem palavras para as emoções”: não uma ausência de emoções, mas a dificuldade de identificá-las e expressá-las pela via da palavra. Uma metanálise de 2023 identificou alexitimia em quarenta e oito por cento dos casos de fibromialgia, associada à intensidade da dor, à ansiedade e à depressão.

Nessa mesma via, sabe-se que cerca de cinquenta por cento dos pacientes com fibromialgia apresentam quadros depressivos. Uma revisão sistemática de 2018, reunindo 51 estudos sobre fatores precipitantes do quadro, encontrou taxas elevadas de eventos traumáticos prévios, incluindo abuso físico e sexual e negligência na infância.

A escuta clínica ratifica esses dados: muitas dessas mulheres trazem histórias entre as mais cruéis, abusos sexuais sustentados por anos, violências domésticas reiteradas, perdas precoces, que muitas vezes não comparecem na narrativa relatada com o analista como dor. Comparecem com uma certa rigidez, com a ausência de sentimento aparente, com uma indiferença que costuma ser descrita, em casa e no consultório, como característica da personalidade: a de “ser forte”.

O paradoxo é que uma abordagem terapêutica organizada em torno da nomeação técnica de emoções, que ensina a identificar tristeza, a reconhecer um pensamento como catastrofismo, a observar a dor sem reatividade, pode estar operando, sem o perceber, na mesma camada superficial em que a alexitimia se instala. Esse pode até ser um passo importante: a valorização de um campo subjetivo. Mas reconhecer cognitivamente que se está triste não é o mesmo que se deparar com essa tristeza escrita em nome e corpo próprios.

A psicanálise nasce, em 1893, dessa distinção. Anna O., paciente de Breuer, batizou seu próprio tratamento de talking cure, uma cura pela própria fala. Não se tratava de falar apenas. Tratava-se de reviver, com afeto, a cena que havia sido recoberta pelo sintoma. Como Breuer e Freud formulam logo de entrada, o processo psíquico que ocorreu originalmente deve ser “repetido da maneira mais viva possível, levado ao status nascendi e então expresso com afeto”.

Nomear não pode se reduzir a emprestar palavras como “estou triste”, “estou angustiada”, “estou cansada”. Trata-se de encontrar, na escuta e na interpretação, a palavra, a cena, o fragmento de história que o próprio paciente diz sem perceber, de forma cifrada no sintoma, no sonho, no ato falho, e carregado de um afeto que nem se esperava encontrar até a intervenção do analista.

O subversivo da posição freudiana, hoje como em 1893, está em afirmar que certas dores portam um sentido que pode ser decifrado na clínica psicanalítica. Convém recuperar as observações que Freud apresenta no início de sua obra, todas clinicamente operacionais e ainda hoje produtivas diante do que se diagnostica como fibromialgia.

A primeira observação é semântica. O paciente que sofre de uma dor organicamente fundada a descreve com precisão: ela é lancinante, sobrevém a intervalos definidos, irradia-se por trajetos identificáveis. O paciente que Freud encontrava em seu consultório, ao contrário, oferecia uma descrição imprecisa, indeterminada, esquiva. Freud o registra minuciosamente no caso Elisabeth von R., quando observa como soavam “imprecisas todas as informações da paciente, no entanto muito inteligente, sobre o caráter de suas dores”. Quando tentava descrever seus sintomas, ela trazia histórias, contava eventos da sua vida. Usava metáforas, estratégias muito comuns na clínica: “Como se eu carregasse o mundo nas costas”, “Como se tivesse um homem pisando em cima de mim”. A escuta dessas metáforas apontava para outro nível de causalidade.

A segunda observação é atencional e fisionômica. Apesar de imprecisa, a queixa é insistente. A atenção do paciente, no entanto, parece estar alhures, não na própria dor. Quando a região dolorida é provocada, a fisionomia não exprime puramente a dor. Pode aparecer uma expressão de prazer, de fadiga, de afeto incongruente, aquilo que Charcot chamou de belle indifférence. Em Elisabeth von R., a provocação da hiperalgesia produzia uma expressão peculiar, “mais de prazer que de dor”. É como se a fisionomia traísse o próprio sujeito, dizendo outra coisa, como quando ficamos enrubescidos diante de algo que não queríamos reconhecer nem para nós mesmos.

A terceira observação é associativa. A dor não ocorre no vácuo. Ela se intensifica, aparece ou recrudesce em conexão com situações afetivamente carregadas: uma discussão, uma lembrança, uma decisão adiada. Freud observa que os momentos de piora de Elisabeth coincidiam sistematicamente com episódios de conflito entre o cuidado que ela prestava ao pai enfermo e seus próprios desejos, que não se permitia reconhecer. Havia entre a dor e a biografia da paciente uma temporalidade que não era aleatória. Os estudos contemporâneos já mencionados confirmam justamente essa estrutura: eventos traumáticos prévios, estresse crônico e conflitos interpessoais aparecem como antecedentes frequentes do quadro. O dado empírico e a observação clínica freudiana se encontram, um século depois, no mesmo terreno.

Uma quarta observação, frequentemente esquecida, aproxima Freud diretamente do debate atual sobre fibromialgia. Na epicrise de Elisabeth von R., ele observa que aquela dor somática não foi criada pela neurose, “mas apenas utilizada, intensificada e mantida por ela”, acrescentando que assim foi “na grande maioria dos casos de algias histéricas” que examinou, nos quais “sempre havia, no começo, uma dor real de base orgânica”. A histeria não inventa a dor do nada; ela captura uma dor preexistente e a investe de sentido. O DSM-5 reconhece, sob a rubrica de “fatores psicológicos que afetam outras condições médicas”, precisamente esse fenômeno: o psíquico não substitui o somático, mas opera sobre ele. Freud havia descrito o mecanismo cento e trinta anos antes.

O nome técnico desse mecanismo é conversão, central na composição dessas dores de origem não exclusivamente orgânica. A ideia incompatível com o sistema de representações conscientes do sujeito é separada de seu afeto. O afeto, sem via associativa de descarga, encontra outra via, a do corpo: intensifica dores presentes ou se direciona para uma parte do corpo que guarda relação associativa com os pensamentos, lembranças e histórias em conflito para aquele sujeito.

Freud é explícito ao descrever Elisabeth: “No lugar das dores psíquicas, que ela havia se poupado, surgiram dores corporais”. A dor surge como uma forma de o sujeito evitar uma dor ainda maior, aquela que se refere a um conflito entre pensamentos muitas vezes inconscientes e os valores, ideais e expectativas com que seu eu, em última instância, acreditava estar comprometido.

A sintomatologia histérica, escreve ele, é comparável “a uma escrita pictográfica que aprendemos a ler”. A quinta observação é determinante na perspectiva psicanalítica dessas dores: o sintoma deixa de ser um defeito de processamento e passa a ser uma escrita. Uma escrita que se lê, cujo intérprete não é a ressonância magnética funcional, mas a escuta capaz de reconhecer, na queixa, a frase que ali se inscreve sem que o sujeito perceba. Vale um exemplo.

A senhora Cäcilie M. é a paciente que Freud descreve como o caso “mais difícil e instrutivo” de sua clínica. Ela apresentava uma série de dores difusas e contínuas, envolvendo múltiplas regiões do corpo, inclusive uma nevralgia facial intensa. Hoje, sem grande risco de anacronismo, ela seria diagnosticada com fibromialgia. Em tratamento, sem estabelecer qualquer conexão a priori, ela foi capaz de lembrar-se de uma cena de discussão com o marido em que se sentira gravemente ofendida. Ao reproduzir essa cena em sessão, tocou subitamente a própria face, soltou um grito de dor e disse: “Isso foi para mim como um golpe no rosto”.

A nevralgia, que havia resistido por anos a todas as terapias dentárias e medicamentosas, cessou com a dificultosa rememoração daquela cena. O corpo escrevia, no rigor literal dos dois ramos do trigêmeo, a expressão simbólica que a paciente não havia podido pronunciar. Por que a face e não a coluna? Porque a face é a região corporal que guarda relação com as marcas simbólicas daquela discussão: com a ofensa, com o golpe que não foi físico mas que o corpo registrou como um texto escrito. A continuidade da análise permitiria à paciente elaborar as transformações psíquicas e sociais implicadas em seu conflito conjugal, reinscrevendo, no campo da palavra e do afeto, aquilo que até então se mantinha fixado no corpo sob a forma de dor, em torno de um impasse central de sua posição como mulher no contexto histórico do século 19.

Cento e trinta anos depois, essa perspectiva da simbolização e da expressão linguística continua a oferecer algo que soa subversivo. Ela mostra um corpo que escreve. Não um corpo que falha, não um corpo cujo termostato está desregulado, não um corpo cujas cognições precisam ser reestruturadas. Um corpo que escreve uma frase que o sujeito não pôde pronunciar e hoje não consegue ler sem o auxílio do analista. A clínica que Freud inaugura é capaz de decifrar essa escrita.

Devemos reconhecer ainda o que Freud descreveu sob o nome de refúgio na doença: o uso, pelo sujeito, do próprio adoecimento como modo de frear abusos sustentados durante décadas, dizer alguns “nãos” que jamais haviam podido ser ditos, organizar uma vida que não fosse inteiramente subordinada ao cuidado dos outros. A doença, nessas condições, é também abrigo. O paradoxo é que esse abrigo, justamente por funcionar, vai se tornando o lugar em que o sujeito sustenta um recuo cada vez maior diante do próprio desejo, alimentando a própria doença ao custo da transformação que lhe seria necessária.

Uma cena da clínica ilustra esse paradoxo. Uma paciente de aproximadamente sessenta anos, em acompanhamento por dores crônicas há décadas, relatou, em certa sessão, que havia organizado seus dias para realizar exames laboratoriais prescritos por um de seus médicos. Apesar das limitações impostas pela dor ao caminhar, sustentava uma expectativa particular: ao final daquela manhã, pretendia ir à feira adquirir um ingrediente específico para preparar um almoço muito desejado.

Ao longo da semana, cumpriu rigorosamente uma extensa rotina de consultas e exames. Quando, enfim, chegou o momento de ir à feira, encontrou-a fechada. Diante disso, chorou intensamente. Surpreendia-se com a própria reação, que qualificava como desproporcional, algo tão bobo, dizia, sobretudo por se reconhecer como alguém habitualmente forte.

A cena, entretanto, permite outra leitura. Não há nada de trivial em tentar inscrever, no interior de uma semana inteiramente organizada em torno de prescrições médicas, um gesto orientado pelo desejo. A expectativa de ir à feira, ainda que implicasse dor, não se reduzia a um deslocamento utilitário: era um movimento que escapava à lógica do tratamento. A caminhada dolorosa, a escolha precisa do ingrediente, o trabalho manual envolvido na preparação, todos esses elementos comportam uma dimensão de dor, mas de uma dor atravessada pelo desejo.

A clínica evidencia que nem toda dor opera do mesmo modo. Há dores que se articulam a um circuito desejante, em que o sofrimento não impede o movimento, mas o acompanha como seu correlato inevitável. Muitos gestos humanos implicam essa tolerância, como ilustra o esforço reiterado de um maratonista, que não elimina a dor, mas a integra à própria prática. E há dores que se encontram rigidamente enredadas na demanda do Outro, configurando uma vida inteiramente organizada em função de protocolos, prescrições e expectativas externas.

Uma vida reduzida à sucessão de tratamentos contribui para a cronificação da própria dor, não apenas em seu aspecto somático, mas na forma como estrutura a experiência subjetiva. Ao tratar a dor exclusivamente como aquilo que se deve evitar, suprime-se também o que nela se articula ao desejo.

O filósofo Byung-Chul Han descreveu, em A Sociedade Paliativa, uma cultura contemporânea organizada pela eliminação sistemática da dor. O sofrimento deixa de ser tratado como dimensão constitutiva da experiência e passa a ser uma disfunção a suprimir por protocolos técnicos. A fibromialgia encontra nesse cenário um terreno privilegiado: multiplicam-se intervenções que modulam, atenuam ou contornam a dor, sem interrogar o lugar que ela ocupa na economia psíquica do sujeito. O risco não é apenas de ineficácia terapêutica, mas de reforço de uma posição em que a dor, em vez de elaborada, é continuamente gerida passivamente.

A intervenção analítica incide nesse ponto. Não se trata de eliminar a dor, mas de distinguir aquelas que se encontram capturadas pela demanda do Outro daquelas que podem ser reinscritas em um circuito desejante. Trata-se, em última instância, de extrair o desejo de onde ele se encontra subsumido à demanda, para que o sujeito não seja inteiramente reduzido à sua condição dolorosa.

Nota do autor: os argumentos desenvolvidos neste texto foram elaborados a partir dos artigos abaixo:

  • American Psychiatric Association. (2014). Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5 (5ª ed.). Artmed.
  • Brasil. (2025). Lei n. 15.176, de 2 de julho de 2025. Reconhece a fibromialgia, a fadiga crônica e a síndrome complexa de dor regional como deficiência para todos os efeitos legais. Diário Oficial da União.
  • Breuer, J., & Freud, S. (2016). Obras completas, volume 2: Estudos sobre a histéria (1893–1895) (L. Barreto, Trad.; P. C. de Souza, Rev. trad.). Companhia das Letras. (Trabalho original publicado em 1893–1895)
  • Habibi Asgarabad, M., Salehi Yegaei, P., Jafari, F., Azami-Aghdash, S., & Lumley, M. A. (2023). The relationship of alexithymia to pain and other symptoms in fibromyalgia: A systematic review and meta-analysis. European Journal of Pain, 27(3), 321–337.
  • Luciano, J. V., Neblett, R., Peñacoba, C., Suso-Ribera, C., & McCracken, L. M. (2023). The contribution of the psychologist in the assessment and treatment of fibromyalgia. Current Treatment Options in Rheumatology, 9, 11–31.
  • Nobrega, P. A., & Queiroz, E. F. de. (2018). Fibromialgia e dores crônicas: uma escuta analítica possível? Revista Affectio Societatis, 15(29), 34–54.
  • Rodrigues Rocha, T. H., & Madeira Jesus, L. (2021). Fibromialgia: impasses da demanda para a clínica psicanalítica. Psicologia Clínica, 33(3), 467–486.
  • Yavne, Y., Amital, D., Watad, A., Tiosano, S., & Amital, H. (2018). A systematic review of precipitating physical and psychological traumatic events in the development of fibromyalgia. Seminars in Arthritis and Rheumatism, 48(1), 121–133.

*Guilherme Freitas Henderson é psicanalista, doutor e mestre em Psicologia Clínica e Cultura na Universidade de Brasília (UnB). Graduado em Psicologia pela mesma universidade, com período sanduíche na Universidad de la República – Udelar (Uruguay). Guilherme é supervisor de estágio em clínica psicanalítica (Cenfor-CEUB) e professor da pós-graduação Fundamentos da Psicanálise: Teoria e Clínica (Instituto ESPE). O psicanalista atende adolescentes e adultos e é membro da Associação Lacaniana de Brasília.

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