Professor alega ter sido espancado em boate de Taguatinga

Gabryel Martins, 22 anos, afirma ter sofrido as agressões ao se recusar a pagar uma conta que ele diz ser indevida

atualizado

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Gabryel Martins agredido Capella
1 de 1 Gabryel Martins agredido Capella - Foto: Arquivo Pessoal

O professor de educação física Gabryel Martins, 22 anos, alega ter sido agredido por seguranças da boate Capella Lounge, em Taguatinga, na madrugada do último sábado (12/8). O rapaz afirma que recebeu diversos chutes na cabeça após se negar a pagar uma conta de quase R$ 500. O jovem garante que a cobrança era indevida. Por conta das agressões, ele teve uma fratura no osso ocular esquerdo e diversos hematomas.

De acordo com Gabryel, na sexta (11), ele e mais dois amigos foram a uma festa no Capella Lounge. O rapaz conta que os problemas começaram na hora da saída. Na comanda do jovem, constava um gasto de cerca de R$ 490 reais. Ele afirma, no entanto, que não consumiu nada dentro da boate e só deveria pagar a entrada (R$ 30). Portanto, se recusou a quitar a conta.

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As agressões teriam começado depois que ele se recusou a pagar uma conta de quase R$ 500
Por conta dos golpes, ele teve uma fratura no osso ocular esquerdo e diversos hematomas
Gabryel Martins, 22 anos, alega ter sido agredido por vigilantes da boate Capella em Taguatinga, na madrugada de sábado (12/8)
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Gabryel Martins, 22 anos, alega ter sido agredido por vigilantes da boate Capella em Taguatinga, na madrugada de sábado (12/8)

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As agressões teriam começado depois que ele se recusou a pagar uma conta de quase R$ 500
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As agressões teriam começado depois que ele se recusou a pagar uma conta de quase R$ 500

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Por conta dos golpes, ele teve uma fratura no osso ocular esquerdo e diversos hematomas
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Por conta dos golpes, ele teve uma fratura no osso ocular esquerdo e diversos hematomas

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Gabryel diz que, nesse momento, os dois amigos dele foram liberados da boate, enquanto ele ficou detido. Segundo o rapaz, ao tentar se aproximar da porta, levou um golpe mata-leão de um segurança e perdeu a consciência por alguns segundos.

“Não sei se desmaiei. Só me lembro de acordar e ver uma pessoa se oferecendo para pagar minha conta. Nem sei se era alguém que eu conhecia porque, quando me virei para olhar, os vigilantes começaram a chutar minha cabeça. Eu só me protegi com os braços”, conta.

O jovem afirma que os amigos, que já estavam lá fora, ouviram o barulho da confusão e tentaram ajudar o colega, mas foram impedidos. Um deles, no entanto, teria conseguido jogar um celular para dentro da boate, aparelho que Gabryel usou para falar com a mãe e pedir ajuda. “Liguei para ela e contei o que estava acontecendo. Depois, eles chutaram o celular para longe”, alega.

Quando a mãe do rapaz chegou, alguns minutos após o início da confusão, Gabryel já havia sido colocado para fora do bar. No entanto, ele afirma que seus documentos ainda estavam com os responsáveis pela festa e a mãe então teve de discutir com a equipe para conseguir reaver a identidade.

Após a briga, o rapaz foi a um hospital tratar dos ferimentos e, depois, compareceu à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) para prestar ocorrência. Foi ainda ao Instituto Médico Legal (IML) realizar exame de corpo de delito. Agora, quer reparação. “Também acionei um advogado para tomar as medidas cabíveis”, finaliza.

Outro lado
Acionada pela reportagem, a gerência do Capella Lounge Bar afirmou que a história é bem diferente. Segundo a direção da casa, o consumo estava registrado no cartão de Gabryel Martins e, como a comanda fica em posse do cliente, ele é responsável pelos gastos inseridos no cartão.

O Capella alega ainda que o jovem estava muito alterado e xingando a equipe da boate. Diz ainda que não foram os seguranças da casa que agrediram o rapaz, mas um cliente que estava incomodado com o estado de inquietação dele. Os vigilantes teriam agido apenas para separar a briga dos dois, finaliza o bar.

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