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Negócios

TCE do Paraná derruba cautelar que suspendia privatização da Copel

Presidente do TCE-PR decidiu suspender uma medida cautelar que travava privatização. Estado venderá na bolsa parte de suas ações na Copel

Carolina Riveira08/08/2023 14:01, atualizado 08/08/2023 14:44
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Copel/Divulgação
Fachada na cor laranja de prédio da Copel - Metrópoles

O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), Fernando Guimarães, derrubou uma medida cautelar que suspendia o processo de privatização da Copel, estatal de energia do estado.

A decisão foi tomada na noite de segunda-feira (7/8). A medida cautelar que suspendia a privatização havia sido concedida na véspera pelo conselheiro Maurício Requião.

O tribunal informou que Requião não era o responsável por atuar no caso e por isso houve a decisão do presidente do TCE-PR de derrubar a cautelar.

A estatal de energia paranaense iniciou em julho um processo de oferta de ações que, quando finalizado, concretizará a privatização da empresa. O estado do Paraná venderá a maior parte de suas ações na bolsa de valores e deixará de ter a fatia de controle na companhia.

Privatização da Copel

A privatização da Copel é uma promessa da atual gestão paranense, do governador Ratinho Júnior (PSD), reeleito no ano passado. A Copel é hoje uma empresa de economia mista, com parte das ações já ofertada na bolsa, mas que tem o controle do governo paranaense.

No processo aberto na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Copel venderá um lote adicional de seus papéis. O estado do Paraná detém hoje quase 70% das ações ordinárias (que dão direito a voto) na Copel, enquanto o BNDESPar possui outros 12,4%.

A precificação da oferta da Copel está prevista para esta terça-feira. As ações da companhia subiam 1,4% pouco antes das 14h.

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