SP tem 2ª maior renda domiciliar per capita, diz IBGE. Veja o ranking

Estado de São Paulo apareceu na segunda colocação do ranking, atrás do Distrito Federal, com renda média domiciliar per capita de R$ 2.862

atualizado

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Priscila Zambotto/Getty Images
Moedas e notas de real, dinheiro brasileiro
1 de 1 Moedas e notas de real, dinheiro brasileiro - Foto: Priscila Zambotto/Getty Images

O estado de São Paulo fechou o ano de 2025 registrando o segundo maior rendimento médio mensal real domiciliar per capita (por pessoa) entre todas as unidades da Federação. É o que mostram os dados divulgados nesta sexta-feira (8/5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua): Rendimento de Todas as Fontes 2025, divulgada nesta manhã pelo IBGE. A série histórica do levantamento teve início em 2012.

A renda média per capita é um indicador econômico que representa o rendimento médio por pessoa em um determinado local ou grupo (país, estado ou família) durante determinado período. Ela é calculada dividindo a renda total (nacional ou familiar) pelo número total de habitantes ou membros.

Em 2025, segundo o IBGE, o país registrou um recorde no rendimento médio mensal real domiciliar per capita brasileiro, de R$ 2.264.

Por estados

A liderança no ranking nacional da renda média domiciliar per capita é do Distrito Federal, que registrou R$ 4.401 por habitante no ano passado. O resultado é quase o dobro da média do Brasil, de R$ 2.264.

O estado de São Paulo apareceu na segunda colocação do ranking, com uma renda média domiciliar per capita de R$ 2.862. Em seguida, vêm Rio Grande do Sul (R$ 2.772), Santa Catarina (R$ 2.752) e Rio de Janeiro (R$ 2.732).

Na ponta de baixo da tabela, o estado do Maranhão registrou, em 2025, o menor rendimento médio per capita do Brasil, com R$ 1.231 por pessoa. Na sequência, aparecem Acre (R$ 1.372), Ceará (R$ 1.379), Alagoas (R$ 1.401) e Pará (R$ 1.435).


Veja o ranking completo (por unidades da Federação)

  • Distrito Federal: R$ 4.401
  • São Paulo: R$ 2.862
  • Rio Grande do Sul: R$ 2.772
  • Santa Catarina: R$ 2.752
  • Rio de Janeiro: R$ 2.732
  • Paraná: R$ 2.687
  • Goiás: R$ 2.378
  • Mato Grosso do Sul: R$ 2.369
  • Mato Grosso: R$ 2.297
  • Minas Gerais: R$ 2.289
  • Espírito Santo: R$ 2.209
  • Tocantins: R$ 1.979
  • Rondônia: R$ 1.970
  • Roraima: R$ 1.870
  • Rio Grande do Norte: R$ 1.779
  • Sergipe: R$ 1.668
  • Amapá: R$ 1.675
  • Pernambuco: R$ 1.568
  • Paraíba: R$ 1.542
  • Piauí: R$ 1.534
  • Bahia: R$ 1.452
  • Amazonas: R$ 1.450
  • Pará: R$ 1.435
  • Alagoas: R$ 1.401
  • Ceará: R$ 1.379
  • Acre: R$ 1.372
  • Maranhão: R$ 1.231
  • Média nacional: R$ 2.264

Sudeste fica em 3º no ranking por regiões

Ainda de acordo com o levantamento do IBGE, a região Sudeste do país registrou, no ano passado, a terceira maior renda média domiciliar per capita, atrás do Sul e do Centro-Oeste.

Em 2025, o Sudeste teve rendimento médio de R$ 2.669, abaixo do Sul (R$ 2.734) e do Centro-Oeste (R$ 2.712). Por outro lado, as regiões Norte e Nordeste se situaram abaixo da média nacional, respectivamente com rendas médias de R$ 1.558 e R$ 1.470 por pessoa.

Renda média brasileira bate recorde

De acordo com o levantamento do IBGE, o rendimento médio mensal real domiciliar per capita do Brasil cresceu 6,9% em 2025. Com isso, o valor atingiu o pico da série histórica: R$ 2.264.

“Entre 2019 e 2025, a elevação foi de 18,9%, ao passo que frente a 2012, ano inicial da pesquisa, o crescimento acumulado foi de 27,0%”, diz a pesquisa do IBGE.

Os números também mostraram que a parcela da população residente no Brasil que recebe rendimento decorrente do trabalho atingiu recorde em 2025. Isso significa que 47,8% dos habitantes tinham renda decorrente do próprio suor, o equivalente a 101,6 milhões. A população estimada considerada foi de 212,7 milhões.

Já a renda média mensal, considerando todas as fontes da população residente, foi de R$ 3.367, o que também é recorde na série histórica. O número foi alcançado após um aumento de 5,4% em relação a 2024 e de 8,6% na comparação com 2019.

Observando os valores de todas as fontes, a região Centro-Oeste lidera com R$ 4.052, seguida por Sul (R$ 3.859), Sudeste (R$ 3.855), Norte (R$ 2.572) e Nordeste (R$ 2.282).

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