Santander abre balanços de “bancões” com resultado abaixo do esperado

Santander reportou lucro líquido gerencial de R$ 3,659 bilhões no segundo trimestre de 2025, queda de 5,2% em relação ao primeiro trimestre

atualizado

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Pablo Blazquez Dominguez/Getty Images
Fachada Santander
1 de 1 Fachada Santander - Foto: Pablo Blazquez Dominguez/Getty Images

O Santander Brasil deu início, nesta quarta-feira (30/7), à temporada de divulgação dos resultados trimestrais dos “bancões” brasileiros. O banco reportou um lucro líquido gerencial de R$ 3,659 bilhões no segundo trimestre de 2025.


O que aconteceu

  • O resultado registrado no período entre abril e junho deste ano representa uma alta de 9,8% em relação ao segundo trimestre de 2024.
  • No entanto, na comparação com o primeiro trimestre de 2025, houve queda de 5,2%.
  • O desempenho do Santander veio abaixo das estimativas dos analistas do mercado. O consenso LSEG, que reúne algumas das principais projeções, apontava um lucro de R$ 3,73 bilhões.

Lucro contábil e rentabilidade

Ainda de acordo com o balanço do Santander, o lucro contábil foi de R$ 3,593 bilhões, um recuo de 5% em relação ao trimestre anterior.

A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio (ROAE, na sigla em inglês) ficou em 16,4% no segundo trimestre, em linha com as estimativas que indicavam 16,3% e um crescimento anual de 0,8%.

Receitas e despesas

Segundo os dados divulgados pelo banco, a receita total do Santander no período entre abril e junho deste ano foi de R$ 20,6 bilhões. O resultado significou uma alta de 3,3% em relação ao mesmo período do ano passado e uma queda de 2,2% na comparação trimestral.

As despesas gerais, por sua vez, somaram R$ 6,412 bilhões, uma alta anual de 1,5%.

O Santander informou ainda que a carteira de crédito ampliada foi de R$ 675,5 bilhões, com crescimento de 1,5% em relação ao segundo trimestre do ano passado.

No fim de junho deste ano, os ativos totais do banco somavam R$ 1,224 trilhões, com queda de 1,9% em relação ao mesmo período de 2024.

“A despesa de provisão para devedores duvidosos apresentou evolução de 11,% no acumulado do primeiro semestre de 2025 em relação ao mesmo período do ano anterior. Além dos impactos da implementação da Resolução CMN 4.966/21, as taxas de juros mais elevadas ao longo de 2025, e consequente aumento do endividamento das famílias e pressão sobre a capacidade de pagamento de juros das empresas, resultaram em níveis de inadimplência mais elevados, contribuindo para o incremento da provisão no período”, diz o Santander em comunicado.

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