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Negócios

Em semana de reunião do Copom, dólar recua e bolsa abre em alta

Principal foco de atenção do mercado é a decisão do Copom sobre a taxa básica de juros. Selic deve começar a cair a partir desta semana

Repórter de Negócios31/07/2023 10:20, atualizado 31/07/2023 10:22
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Fábio Vieira/Metrópoles
Pessoas observam o telão da Bolsa de Valores, a B3, na Rua XV de Novembro, região central de São Paulo 1

Em uma semana marcada pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) sobre a taxa básica de juros da economia brasileira, o dólar operava em queda na manhã desta segunda-feira (31/7).

Às 10h05, a moeda americana recuava 0,17% e era negociada a R$ 4,723.

Na sexta-feira (28/7), o dólar teve baixa de 0,58%, cotado a R$ 4,731. Com o resultado, acumula perdas de 1,2% no mês e 10,36% no ano.

Ibovespa

O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, abriu o primeiro pregão da semana em alta.

Por volta das 10h15, o índice avançava 0,54%, aos 120.832,19 pontos.

No último pregão da semana passada, o Ibovespa fechou em alta de 0,16%, aos 120,1 mil pontos.

Com o resultado, a bolsa acumula ganhos de 1,78% em julho e 9,53% em 2023.

Expectativa por queda dos juros

Neste início de semana, o principal foco de atenção dos investidores é a reunião do Copom, que deve iniciar o ciclo de redução da taxa Selic. Será a primeira reunião do colegiado no segundo semestre. Ela tem início na terça-feira (1º/8) e termina na quarta-feira (2/8).

A dúvida no mercado é se os juros cairão 0,25 ou 0,5 ponto percentual. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano.

De acordo com a última edição do Relatório Focus, do BC, divulgada nesta manhã, o mercado financeiro manteve a estimativa para o fim de 2023 de que a Selic fique em 12% ao ano. Para 2024, a projeção foi reduzida de 9,5% para 9,25% ao ano.

A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para controlar a inflação. A Selic é utilizada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia.

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