Companhia aérea da Índia quer jatos da Boeing recusados pela China
Empresa já teria entrado em contato com a Boeing para apresentar proposta de compra de aviões que a fabricante havia destinado para China

A companhia aérea indiana Air India manifestou interesse na compra dos aviões da gigante norte-americana Boeing que foram rejeitados pela China em meio à guerra comercial travada entre as duas maiores potências econômicas do mundo.
O que aconteceu
- De acordo com informações da Bloomberg, a Air India busca com urgência novas aeronaves para acelerar seu processo de reestruturação.
- A empresa já teria entrado em contato com a Boeing para apresentar uma proposta de compra de alguns aviões que a fabricante havia destinado para companhias chinesas.
- A Air India também teria interesse em assumir pedidos para entregas futuras de aeronaves.
- Até o momento, a empresa não emitiu nenhum comentário, assim como a Boeing.
Avião voltou da China aos EUA
Um avião da Boeing retornou da China aos EUA, no último domingo (20/4). Na semana passada, em resposta ao tarifaço imposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, Pequim determinou que as companhias aéreas chinesas suspendessem as compras de jatos da Boeing.
A ordem do governo chinês foi a de que as companhias aéreas locais “suspendessem todas as compras de equipamentos e peças de aeronaves de empresas norte-americanas”.

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Ver todasA aeronave modelo 737 MAX da Boeing, que originalmente era destinada à companhia aérea chinesa Xiamen Airlines, pousou no Boeing Field, em Seattle (EUA).
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO avião, que já estava pintado com as cores da Xiamen Airlines, fez escalas para reabastecimento em Guam (território insular dos EUA na Micronésia, região oeste do Oceano Pacífico) e no Havaí (EUA) durante o trajeto de cerca de 8 mil quilômetros.
O jato da Boeing é apenas um dos vários modelos 737 MAX que esperavam finalização e entrega no centro de montagem da companhia norte-americana em Zhoushan, na China.
Após a decisão do governo Trump de taxar as importações da China em até 245%, a entrega de aeronaves como o 737 MAX da Boeing se tornou insustentável para as companhias aéreas chinesas.



