metropoles.com

CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023

Em relação à taxa básica de juros, a Selic, CNI projeta que o índice recue para 12% ao ano. Inflação deve fechar 2023 em 4,9%

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Reprodução
cni
1 de 1 cni - Foto: Reprodução

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) está mais otimista em relação ao desempenho da economia brasileira neste ano. É o que mostra um relatório divulgado nesta quinta-feira (13/7) pela entidade, que elevou suas estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2023.

Segundo a CNI, a economia do país deve fechar o ano registrando um crescimento de 2,1% – ante 1,2% da projeção anterior.

Ainda de acordo com a confederação, a expansão do PIB em 2023 deve ser alavancada pelo desempenho extremamente positivo do agronegócio, que deve subir 13,2%.

A indústria, por sua vez, deve fechar este ano com uma alta tímida de 0,6%.

“Além disso, o setor de serviços, que acumulou avanços expressivos desde 2020, também agora se encontra em movimento de desaceleração”, afirma o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

Selic e inflação

Além de projetar o PIB do país neste ano, a CNI atualizou sua estimativa sobre a taxa básica de juros (Selic), definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano.

Para a CNI, os juros básicos da economia terminarão 2023 em 12% ao ano – o que significaria uma queda de 1,75 ponto percentual em relação ao patamar atual.

CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - destaque galeria
8 imagens
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 2
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 3
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 4
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 5
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 6
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 1
1 de 8

Yanka Romão/Arte Metrópoles
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 2
2 de 8

Yanka Romão/Arte Metrópoles
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 3
3 de 8

Yanka Romão/Arte Metrópoles
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 4
4 de 8

Yanka Romão/Arte Metrópoles
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 5
5 de 8

Yanka Romão/Arte Metrópoles
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 6
6 de 8

Yanka Romão/Arte Metrópoles
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 7
7 de 8

Yanka Romão/Arte Metrópoles
CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - imagem 8
8 de 8

Yanka Romão/Arte Metrópoles

 

Ainda segundo a entidade, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, deve terminar o ano em 4,9%.

Segundo o Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para este ano é de 3,25%. Como há um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, a meta será cumprida se ficar entre 1,75% e 4,75%.

CNI aumenta projeção para o PIB de 1,2% para 2,1% em 2023 - destaque galeria
9 imagens
Em outras palavras, se há  aumento da inflação, o dinheiro passa a valer menos. A principal consequência é a perda do poder de compra ao longo do tempo, com o aumento dos preços das mercadorias e a desvalorização da moeda
Existem várias formas de medir a inflação, contudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o mais comum deles
No Brasil, quem realiza a previsão da inflação e comunica a situação dela é o Banco Central. No entanto, para garantir a idoneidade das informações, a pesquisa dos preços de produtos, serviços e o cálculo é realizado pelo IBGE, que faz monitoramento nas principais regiões brasileiras
De uma forma geral, a inflação pode apresentar causas de curto a longo prazo, uma vez que tem variações cíclicas e que também pode ser determinada por consequências externas
No entanto, o que influencia diretamente a inflação é: o aumento da demanda; aumento ou pressão nos custos de produção (oferta e demanda); inércia inflacionária e expectativas de inflação; e aumento de emissão de moeda
Inflação é o termo da economia utilizado para indicar o aumento generalizado ou contínuo dos preços de produtos ou serviços. Com isso, a inflação representa o aumento do custo de vida e a consequente redução no poder de compra da moeda de um país
1 de 9

Inflação é o termo da economia utilizado para indicar o aumento generalizado ou contínuo dos preços de produtos ou serviços. Com isso, a inflação representa o aumento do custo de vida e a consequente redução no poder de compra da moeda de um país

KTSDESIGN/SCIENCE PHOTO LIBRARY / Getty Images
Em outras palavras, se há  aumento da inflação, o dinheiro passa a valer menos. A principal consequência é a perda do poder de compra ao longo do tempo, com o aumento dos preços das mercadorias e a desvalorização da moeda
2 de 9

Em outras palavras, se há aumento da inflação, o dinheiro passa a valer menos. A principal consequência é a perda do poder de compra ao longo do tempo, com o aumento dos preços das mercadorias e a desvalorização da moeda

Olga Shumytskaya/ Getty Images
Existem várias formas de medir a inflação, contudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o mais comum deles
3 de 9

Existem várias formas de medir a inflação, contudo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é o mais comum deles

Javier Ghersi/ Getty Images
No Brasil, quem realiza a previsão da inflação e comunica a situação dela é o Banco Central. No entanto, para garantir a idoneidade das informações, a pesquisa dos preços de produtos, serviços e o cálculo é realizado pelo IBGE, que faz monitoramento nas principais regiões brasileiras
4 de 9

No Brasil, quem realiza a previsão da inflação e comunica a situação dela é o Banco Central. No entanto, para garantir a idoneidade das informações, a pesquisa dos preços de produtos, serviços e o cálculo é realizado pelo IBGE, que faz monitoramento nas principais regiões brasileiras

boonchai wedmakawand/ Getty Images
De uma forma geral, a inflação pode apresentar causas de curto a longo prazo, uma vez que tem variações cíclicas e que também pode ser determinada por consequências externas
5 de 9

De uma forma geral, a inflação pode apresentar causas de curto a longo prazo, uma vez que tem variações cíclicas e que também pode ser determinada por consequências externas

Eoneren/ Getty Images
No entanto, o que influencia diretamente a inflação é: o aumento da demanda; aumento ou pressão nos custos de produção (oferta e demanda); inércia inflacionária e expectativas de inflação; e aumento de emissão de moeda
6 de 9

No entanto, o que influencia diretamente a inflação é: o aumento da demanda; aumento ou pressão nos custos de produção (oferta e demanda); inércia inflacionária e expectativas de inflação; e aumento de emissão de moeda

selimaksan/ Getty Images
No bolso do consumidor, a inflação é sentida de formas diferentes, já que ela não costuma agir de maneira uniforme e alguns serviços aumentam bem mais do que outros
7 de 9

No bolso do consumidor, a inflação é sentida de formas diferentes, já que ela não costuma agir de maneira uniforme e alguns serviços aumentam bem mais do que outros

Adam Gault/ Getty Images
Isso pode ser explicado pela forma de consumo dos brasileiros. Famílias que possuem uma renda menor são afetadas, principalmente, por aumento no preço de transporte e alimento. Por outro lado, alterações nas áreas de educação e vestuário são mais sentidas por famílias mais ricas
8 de 9

Isso pode ser explicado pela forma de consumo dos brasileiros. Famílias que possuem uma renda menor são afetadas, principalmente, por aumento no preço de transporte e alimento. Por outro lado, alterações nas áreas de educação e vestuário são mais sentidas por famílias mais ricas

Javier Zayas Photography/ Getty Images
Ao contrário do que parece, a inflação não é de todo mal. Quando controlada, é sinal de que a economia está bem e crescendo da forma esperada. No Brasil, por exemplo, temos uma meta anual de inflação para garantir que os preços fiquem controlados. O que não pode deixar, na verdade, é chegar na hiperinflação - quando o controle de todos os preços é perdido
9 de 9

Ao contrário do que parece, a inflação não é de todo mal. Quando controlada, é sinal de que a economia está bem e crescendo da forma esperada. No Brasil, por exemplo, temos uma meta anual de inflação para garantir que os preços fiquem controlados. O que não pode deixar, na verdade, é chegar na hiperinflação - quando o controle de todos os preços é perdido

coldsnowstormv/ Getty Images

 

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNegócios

Você quer ficar por dentro das notícias de negócios e receber notificações em tempo real?