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Negócios

Após 6 semanas, GM faz acordo com sindicato por fim de greve nos EUA

A montadora é a última das chamadas “gigantes de Detroit” a firmar acordo com o sindicato. Ford e Stellantis já haviam encerrado paralisação

Repórter de Negócios30/10/2023 13:02
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Sean Gallup/Getty Images
Logotipo da General Motors, uma das gigantes do setor automotivo nos EUA - Metrópoles

A General Motors (GM),  uma das gigantes do setor automotivo dos Estados Unidos, chegou a um acordo com o United Auto Workers (UAW), o sindicato da categoria, para encerrar a greve que já dura seis semanas.

A montadora é a última das chamadas “gigantes de Detroit” a firmar um acordo com o sindicato. Ford e Stellantis, controladora da Chrysler, já haviam colocado um fim à paralisação em suas fábricas.

No sábado (28/10), o sindicato havia convocado uma manifestação na fábrica da GM no Tennessee, mesmo diante do avanço das negociações.

Os termos do acordo entre GM e UAW não foram divulgados. Segundo informações da CNBC, a montadora teria aceitado conceder um reajuste salarial de 25% para os trabalhadores. Os salários iniciais teriam um aumento de 68%.

As negociações entre as empresas e os trabalhadores se desenrolaram por cerca de dois meses. Inicialmente, o sindicato exigia um aumento salarial de 36% em quatro anos, muito acima dos 20% propostos pelas montadoras.

Os trabalhadores também reivindicavam garantias de que não perderiam espaço com a produção de veículos elétricos, incentivada pelo governo americano. Estimativas apontam que a nova tecnologia deve comprometer cerca de 30% de empregos nos próximos anos.

Uma das maiores greves da história da indústria automobilística nos EUA, a paralisação envolveu mais de 45 mil trabalhadores.

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