Ações do Banco do Brasil caem forte após tombo de 60% no lucro

Por volta das 12h10, os papéis do Banco do Brasil registravam perdas de 3,03%, cotados a R$ 22,11. Lucro desabou 60% no 3º trimestre

atualizado

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As ações do Banco do Brasil negociadas na Bolsa de Valores (B3) operavam em forte queda nesta quinta-feira (13/11), um dia depois de a instituição financeira divulgar seu balanço referente ao terceiro trimestre de 2025.

Por volta das 12h10 (pelo horário de Brasília), os papéis do Banco do Brasil registravam perdas de 3,03%, cotados a R$ 22,11.

Mais cedo, às 10h15, a desvalorização chegou a 5,34%, com a ação negociada a R$ 22.

Tombo de 60% no lucro

Na véspera, o Banco do Brasil reportou ao mercado um lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões no terceiro trimestre de 2025, o que representou uma queda de 60% em relação ao mesmo período do ano passado.

Nos nove primeiros meses do ano, o banco lucrou R$ 14,943 bilhões, um recuo de 47,2% na comparação anual. Em todo o ano passado, o BB teve um lucro recorde de R$ 37,9 bilhões.

Diante da redução na lucratividade até setembro de 2025, os resultados anuais foram revisados. O resultado do balanço do segundo trimestre apontava uma previsão de lucro líquido no ano entre R$ 21 bilhões e 25 bilhões.

Agora, no balanço do terceiro trimestre, a estimativa de lucro líquido foi reduzida para um resultado entre R$ 18 bilhões e R$ 21 bilhões.

O balanço aponta, entre os motivos para a redução no lucro, o aumento do custo do crédito. A inadimplência também aparece como um dos fatores que prejudicaram os resultados do banco.

Citi corta recomendação do BB

Após a divulgação dos resultados do Banco do Brasil, o Citi cortou a recomendação para as ações da empresa – de “compra” para “neutro”. O preço-alvo foi reduzido de R$ 29 para R$ 23.

Segundo o Citi, a revisão se deve, principalmente, às maiores despesas do BB com provisões – montantes reservados para cobrir obrigações futuras ou despesas prováveis.

“Acreditamos que a segunda revisão para baixo do guidance em 2025 indica baixa visibilidade para os próximos trimestres, enquanto o impacto das renegociações deve levar tempo para contribuir positivamente para os lucros, o que era parte central da nossa tese anterior”, afirmam os analistas do Citi.

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