Trump volta a ameaçar ataques a Cuba depois que guerra com Irã acabar

Em entrevista, Trump também criticou o regime cubano. Presidente da ilha promete resistência do povo cubano

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1 de 1 foto-trump-miguel-diaz - Foto: Andrew Harnik/Getty Images/Emilio Flores/Anadolu via Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (13/4) que considera uma possível ação militar contra Cuba após o fim do conflito no Oriente Médio envolvendo o Irã.

Durante conversa com jornalistas, o republicano classificou a ilha como uma “nação em declínio” e voltou a criticar o sistema político cubano. Segundo ele, o país enfrenta problemas estruturais e mantém um regime “muito opressivo”.

“Cuba tem sido um país muito mal administrado por muito tempo, tem um sistema ruim, tem sido muito opressivo. E temos muitos cubanos-americanos incríveis, praticamente todos votaram em mim, e todos foram maltratados. Em muitos casos, membros da família foram mortos, espancados e assaltados. Coisas terríveis aconteceram em Cuba”, afirmou Trump.

Em seguida, Trump indicou que a ilha pode se tornar alvo de ofensivas após o encerramento das ações militares contra o Irã. “Nós vamos fazer isso. Talvez passemos por Cuba depois que terminarmos com isso”, disse.

Ao comentar sobre o cenário político de Cuba, o presidente norte-americano fez referência ao período de Fidel Castro, afirmando que o país tem sido “horrivelmente administrado” há décadas.

Em março, Trump já havia declarada que a ilha seria o próximo alvo militar dos EUA. ““Eu acredito que terei a honra de tomar Cuba. Isso seria ótimo, seria uma grande honra”, disse o líder norte-americano”, disse Trump à época.

Presidente cubano promete resistência

Desde 2018, Cuba é governada por Miguel Díaz-Canel, que reagiu às declarações. Em entrevista ao programa “Meet the Press”, da NBC News, no domingo (12/4), o líder cubano afirmou que a população resistirá a qualquer tentativa de invasão.

“Se isso acontecer, haverá luta, haverá resistência. Se tivermos que morrer, morreremos, porque morrer pela pátria é viver”, declarou.

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