Trump afirma que não receber o Nobel da Paz seria um “insulto”

Trump argumenta que deve ganhar o prêmio por ter apresentado uma solução para sete guerras no mundo

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Imagem colorida, O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa com altos líderes militares na Base do Corpo de Fuzileiros Navais de Quantico, em 30 de setembro de 2025, em Quantico, Virgínia- Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida, O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa com altos líderes militares na Base do Corpo de Fuzileiros Navais de Quantico, em 30 de setembro de 2025, em Quantico, Virgínia- Metrópoles - Foto: Andrew Harnik/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seria “um insulto” ao país, caso ele não recebesse o Prêmio Nobel da Paz. A declaração aconteceu nesta terça-feira (30/9), durante o discurso do líder norte-americano frente a centenas de generais na Base do Corpo de Fuzileiros Navais de Quantico, em Virginia, nos EUA.

“‘Você vai ganhar o Prêmio Nobel?’ De jeito nenhum. Eles vão dar a um cara que não fez porcaria nenhum. Mas bem, vamos ver o que acontece, seria um grande insulto ao país, eu lhes digo. Eu não quero isso, eu quero que o país o ganhe. Nós deveríamos ganhar”, enfatizou.

Trump argumenta que deve ganhar o prêmio por ter apresentado uma solução para sete guerras no mundo, que segundo ele, matavam “milhares de pessoas”. O mandatário dos EUA descreve que nunca na história um presidente ou um primeiro-ministro fez isso e frequentemente critica a Organização das Nações Unidas (ONU) ao dizer que os líderes dos países prejudicados pela guerra não recebiam nenhum telefonema do órgão.

Ainda durante o discurso na base militar, Trump afirma que talvez possa ter resolvido a maior guerra de todos os tempos, ao se referir ao conflito entre Israel e Hamas, na Faixa de Gaza. O acordo, proposto nessa segunda-feira (29/9) por Trump estabelece 20 exigências e tem como ideia central transformar Gaza em uma zona livre de terrorismo, desradicalizada.

“Queremos ‘guerra’ porque não queremos guerras. Mas é preciso estar lá, e, sabe, às vezes é preciso. Já resolvi tantas guerras desde que chegamos aqui. Estamos aqui há quase nove meses e eu já resolvi, e ontem talvez tenhamos resolvido a maior de todas, embora eu não saiba.”

Camboja é um dos países que Trump vetou o avanço de uma guerra e o vice-primeiro ministro do país afirmou que planeja indicá-lo ao Nobel da paz. Além da Camboja, Paquistão disse em junho que o recomendaria para o prêmio pelo trabalho em ajudar a resolver um conflito com a Índia e, além disso, Israel deve seguir o mesmo feito.

Apesar dos esforços para um cessar-fogo nas guerras, Trump bombardeou o Irã e o Iêmen ataca barcos no Caribe que supostamente transportam drogas, no entanto, sem provas concretas. Em uma destas ofensivas, 11 pessoas morreram, o que pode ser um fato que esbarra no impasse da conquista do prêmio.

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