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As desconfianças de que o avião que levava o time da Chapecoense caiu por pane seca (falta de combustível) cada vez ganham mais força. Um piloto de um avião que viajava próximo ao voo fatídico, que caiu na madrugada de terça-feira (29/11), relatou ter ouvido a conversa entre a tripulação da aeronave acidentada e a torre de controle do aeroporto de Medellín, na Colômbia. De acordo com ele, a tripulação da aeronave da Lamia pediu prioridade de pouso no Aeroporto Rio Negro por conta de problemas de combustível.

Segundo a imprensa colombiana – “Rádio Caracol” e o site “El Espectador” –, o funcionário da Avianca narrou o diálogo:

– Solicitamos prioridade para proceder, solicitamos prioridade para proceder ao localizador, temos problemas de combustível – teria dito o piloto da Lamia.

– Temos um problema. Temos um avião aterrissando de emergência. Não pode proceder – respondeu a controladora.

A controladora do aeroporto teria negado a permissão por conta de outro voo da VivaColômbia. Enquanto a controladora, segundo o piloto da Avianca, indicou que seu voo pousasse na pista 1, a tripulação do voo da Chapecoense confirmou a pane elétrica e decretou situação de emergência.

– Agora temos uma falha elétrica, temos uma total falha elétrica. Por favor, nos ajude a encontrar o caminho do aeroporto!

Foi então que o comandante do voo da Chapecoense decretou emergência. Logo depois, a torre de controle perdeu o contato com o avião. Setenta e uma pessoas morreram no voo que levava a Chapecoense para o primeiro jogo da decisão da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional, em Medellín. Seis sobreviveram. (Com informações do globo.com)

 

 

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