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Terremoto derruba prédios e provoca correria nas ruas de Caracas. Veja vídeo

Registros compartilhados nas redes sociais mostram prédios destruídos, nuvens de fumaça e moradores em pânico após terremoto na Venezuela

24/06/2026 20:12, atualizado 24/06/2026 20:14
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Reprodução/Redes Sociais
imagem colorida de prédio derrubado por terremoto em caracas, na venezuela

Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram cenas de destruição e desespero após o terremoto de magnitude 7,1 que atingiu a Venezuela nesta quarta-feira (24/6).

Confira:

Vídeos registram edifícios destruídos, grandes nuvens de fumaça e moradores correndo pelas ruas de Caracas enquanto tentavam se afastar de áreas afetadas pelos tremores.

O abalo sísmico teve epicentro próximo à cidade de Morón, no norte do país, mas foi sentido com força na capital venezuelana. Um dos registros mostra um homem com dois cachorros no colo diante de um prédio visivelmente danificado pelo terremoto.

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As cenas também mostram momentos de pânico entre moradores, que correram para áreas abertas diante do risco de novos tremores. Em alguns pontos da cidade, nuvens de poeira e fumaça tomaram conta do horizonte após estruturas serem atingidas pela força do abalo sísmico.

Magnitude 7,1

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o tremor ocorreu a uma profundidade de 21 quilômetros, considerada rasa para eventos desse tipo. Essa característica contribui para que os abalos sejam sentidos com maior intensidade em regiões próximas ao epicentro.

Além da Venezuela, moradores relataram ter sentido o terremoto em diferentes regiões da Colômbia. O Serviço Geológico Colombiano (SGC) informou que o fenômeno ocorreu às 17h04 (horário local) e destacou que a baixa profundidade favoreceu a propagação dos tremores por uma área mais ampla.

Após o terremoto, o sistema de alerta de tsunamis dos Estados Unidos emitiu um aviso sobre a possibilidade de ondas perigosas em áreas costeiras localizadas em um raio de até 300 quilômetros do epicentro.

Entre as regiões monitoradas, estão Porto Rico e as Ilhas Virgens Americanas.

Até então, as autoridades venezuelanas não divulgaram balanço oficial sobre possíveis vítimas.