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Secretário de Defesa dos EUA sobre Irã: “Vamos aniquilá‑los”

Afirmação do secretário de Defesa Pete Hegseth ocorreu na manhã desta segunda-feira (2/3) após ataque dos EUA ao Irã

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1 de 1 Imagem colorida do chefe do Pentágono, Pete Hegseth - Metrópoles - Foto: Andrew Harnik/Getty Images

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou, nesta segunda-feira (2/3), que o presidente Donald Trump lembrou ao mundo que ser norte-americano significa algo sólido e que, “se você matar americanos ou ameaçar, vamos caçar sem perdão e vamos aniquilá-los”, ao se referir ao Irã.

A declaração foi feita no Pentágono, em Arlington, após ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel no Irã, na manhã de sábado (28/2).

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Israel afirma ter atacado Teerã, capital do Irã, preventivamente
Imagens mostram fumaça saindo do ponto do ataque
Fumaça é vista após ataque do Irã à 5ª Frota da Marinha dos EUA em Manama, no Bahrein
Imagens mostram fumaça preta saindo da Frota da Marinha norte-americana no Bahrein
NORTHERN ISRAEL, ISRAEL - MARCH 2: Smoke rise over Southern Lebanon after an Israeli bombardment, as seen from a position on the Israeli side of the border on March 2, 2026 near the border with Lebanon in northern Israel. Hezbollah, the Iran-backed militant group in Lebanon, launched missiles at Israel in what it said was retaliation for the joint U.S.-Israeli war on Iran. (Photo by Amir Levy/Getty Images)
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NORTHERN ISRAEL, ISRAEL - MARCH 2: Smoke rise over Southern Lebanon after an Israeli bombardment, as seen from a position on the Israeli side of the border on March 2, 2026 near the border with Lebanon in northern Israel. Hezbollah, the Iran-backed militant group in Lebanon, launched missiles at Israel in what it said was retaliation for the joint U.S.-Israeli war on Iran. (Photo by Amir Levy/Getty Images)

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Israel afirma ter atacado Teerã, capital do Irã, preventivamente
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Fumaça é vista após ataque do Irã à 5ª Frota da Marinha dos EUA em Manama, no Bahrein
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Fumaça é vista após ataque do Irã à 5ª Frota da Marinha dos EUA em Manama, no Bahrein

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MANAMA, BAHRAIN - FEBRUARY 28: Smoke rises after Iran carried out a missile strike on the main headquarters of the U.S. Navyâs 5th Fleet in Manama in retaliation against US-Israeli attacks, in Bahrain February 28, 2026. (Photo by Stringer/Anadolu via Getty Images)
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MANAMA, BAHRAIN - FEBRUARY 28: Smoke rises after Iran carried out a missile strike on the main headquarters of the U.S. Navyâs 5th Fleet in Manama in retaliation against US-Israeli attacks, in Bahrain February 28, 2026. (Photo by Stringer/Anadolu via Getty Images)

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MANAMA, BAHRAIN - FEBRUARY 28: Smoke rises after Iran launched a missile attack targeting the headquarters of the U.S. Navyâs Fifth Fleet in Manama, following what it described as retaliation against U.S. and Israeli strikes, in Manama, Bahrain on February 28, 2026. According to reports, missiles struck the area of the naval facility, and plumes of smoke were seen rising from the vicinity after the attack. There were no immediate official statements regarding casualties or the extent of the damage. The incident marks a significant escalation in tensions in the region. (Photo by Stringer/Anadolu via Getty Images)
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MANAMA, BAHRAIN - FEBRUARY 28: Smoke rises after Iran launched a missile attack targeting the headquarters of the U.S. Navyâs Fifth Fleet in Manama, following what it described as retaliation against U.S. and Israeli strikes, in Manama, Bahrain on February 28, 2026. According to reports, missiles struck the area of the naval facility, and plumes of smoke were seen rising from the vicinity after the attack. There were no immediate official statements regarding casualties or the extent of the damage. The incident marks a significant escalation in tensions in the region. (Photo by Stringer/Anadolu via Getty Images)

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Os Estados Unidos atacaram o Irã neste sábado (28/2)
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Os Estados Unidos atacaram o Irã neste sábado (28/2)

Redes sociais/ reprodução

“Essa não é uma guerra de mudança de regime, mas o regime certamente mudou, e o mundo está melhor por isso. Hoje, em seu desespero, o inimigo está sem máscaras”, ressaltou o secretário.

Pete Hegseth acrescentou que o regime anterior do Irã teve todas as chances de buscar um acordo de bom senso e pacífico, mas que Teerã não estava negociando, apenas ganhando tempo para recarregar seus estoques de mísseis e retomar suas ambições nucleares.

“Seu objetivo? Ameaçar as nossas forças, mas o presidente Trump não joga esse tipo de jogo”, reforçou Hegseth.

A operação

O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, Dan Caine, também em coletiva no Pentágono, revelou detalhes sobre a operação para invadir o país iraniano. De acordo com ele,  foi recebida uma autorização do presidente Donald Trump, às 15h38 de sexta-feira (27/2), para realizar a invasão. A ação do exército norte-americano teve início cerca de nove horas mais tarde, à 0h15.

“Essa operação foi extremamente confidencial; então, na hora H, o inimigo só veria velocidade, surpresa e violência de ação”, explicou.

Conforme Caine, “esse foi um ataque massivo, sobre todos os domínios atingindo mais de mil alvos nas primeiras 24 horas”.

O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos também afirmou que as operações continuarão ativas na região e no mundo. Ele destacou que o ataque serve como um lembrete da capacidade dos EUA de “projetar poder em escala global, com velocidade, surpresa, precisão e força, quando e onde a nação demandar”.

Ataque

Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã na madrugada desse sábado (28/2), pelo horário de Brasília, pouco depois das 8h no horário de Israel. A informação foi divulgada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, e confirmada pelo presidente dos EUA, Donald Trump. O ataque foi efetuado “para eliminar ameaças”, segundo Katz.

De acordo com autoridades israelenses, a ofensiva teve como alvo estruturas consideradas estratégicas para a segurança do país, embora detalhes operacionais não tenham sido totalmente divulgados. O governo norte-americano afirmou que a ação foi coordenada com Israel e que o objetivo era neutralizar riscos iminentes à estabilidade regional.

Em resposta, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou que os iranianos não estão abertos a negociações com os Estados Unidos após os ataques ao país no fim de semana. Em publicação na rede social X, ele foi taxativo: “Não negociaremos com os Estados Unidos”.

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, morreu aos 86 anos em ataques coordenados pelos Estados Unidos e por Israel, confirmou a mídia estatal iraniana. O governo de Teerã anunciou luto oficial de 40 dias após a morte.

No total, 555 iranianos morreram em decorrência dos ataques coordenados pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã, informou a Sociedade do Crescente Vermelho no Irã (IRCS). Ainda de acordo com a organização, outras 747 pessoas estão feridas.

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