Reino Unido: Johnson chama Ômicron de “maremoto” e declara emergência

Doses de reforço serão aplicadas para a população britânica com mais de 18 anos a partir da próxima semana. O país está em nível 4 de alerta

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Reprodução
Primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson
1 de 1 Primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson - Foto: Reprodução

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, declarou que o país está passando por uma “emergência na batalha contra a nova variante Ômicron”, e que a nova cepa chegará como um “maremoto”. Em pronunciamento neste domingo (12/12), o premiê declarou que todos os cidadãos britânicos a partir de 18 anos poderão receber, a partir da próxima semana, uma dose de reforço.

O critério para receber a terceira aplicação é que a segunda dose tenha sido aplicada a pelo menos três meses. A meta para reforçar a imunização de todos os adultos no país até o fim de janeiro foi antecipada em um mês.

Saiba mais sobre a variante Ômicron do coronavírus:

Reino Unido: Johnson chama Ômicron de “maremoto” e declara emergência - destaque galeria
9 imagens
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recebeu o alerta sobre a nova variante em 24 de novembro
A Ômicron assusta os pesquisadores por ter muitas mutações, mais do que as outras variantes identificadas até o momento
São pelo menos 50 mutações, entre as quais 32 ficam localizadas na proteína Spike, usada pelo coronavírus para invadir as células
Os cientistas alertam que não há como saber ainda se as mutações tornaram o vírus mais letal ou mais resistente ao sistema imunológico
Até o momento, não há muitas informações sobre a variante na prática. Porém, pesquisadores da África do Sul acreditam que o risco de reinfecção aumenta 2,4 vezes em quem teve Covid-19
A variante Ômicron foi identificada na África do Sul, com amostras colhidas no início de novembro de 2021
1 de 9

A variante Ômicron foi identificada na África do Sul, com amostras colhidas no início de novembro de 2021

Andriy Onufriyenko/Getty Images
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recebeu o alerta sobre a nova variante em 24 de novembro
2 de 9

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recebeu o alerta sobre a nova variante em 24 de novembro

GettyImages
A Ômicron assusta os pesquisadores por ter muitas mutações, mais do que as outras variantes identificadas até o momento
3 de 9

A Ômicron assusta os pesquisadores por ter muitas mutações, mais do que as outras variantes identificadas até o momento

Pixabay
São pelo menos 50 mutações, entre as quais 32 ficam localizadas na proteína Spike, usada pelo coronavírus para invadir as células
4 de 9

São pelo menos 50 mutações, entre as quais 32 ficam localizadas na proteína Spike, usada pelo coronavírus para invadir as células

Getty Images
Os cientistas alertam que não há como saber ainda se as mutações tornaram o vírus mais letal ou mais resistente ao sistema imunológico
5 de 9

Os cientistas alertam que não há como saber ainda se as mutações tornaram o vírus mais letal ou mais resistente ao sistema imunológico

BSIP/Colaborador/Getty Images
Até o momento, não há muitas informações sobre a variante na prática. Porém, pesquisadores da África do Sul acreditam que o risco de reinfecção aumenta 2,4 vezes em quem teve Covid-19
6 de 9

Até o momento, não há muitas informações sobre a variante na prática. Porém, pesquisadores da África do Sul acreditam que o risco de reinfecção aumenta 2,4 vezes em quem teve Covid-19

Getty Images
Ainda não se sabe se as mutações tornam o vírus mais eficiente em fugir da proteção oferecida pelas vacinas
7 de 9

Ainda não se sabe se as mutações tornam o vírus mais eficiente em fugir da proteção oferecida pelas vacinas

Getty Images
Países têm aumentado restrições para conter avanço da nova cepa
8 de 9

Países têm aumentado restrições para conter avanço da nova cepa

GettyImages
Estudos reforçam a necessidade da vacinação contra a Ômicron
9 de 9

Estudos reforçam a necessidade da vacinação contra a Ômicron

Metrópoles
“Ninguém deve duvidar de que há uma onda gigantesca de Ômicron chegando”, disse Johnson.

O discurso televisionado foi ao ar poucas horas depois da atualização do índice de alerta no país — elevado para o nível 4 devido à nova cepa. O quarto grau representa um nível alto ou crescente de transmissão da doença. A última vez que o país enfrentou uma situação parecida foi em maio deste ano.

“Agora está claro que duas doses da vacina simplesmente não são suficientes para dar o nível de proteção de que todos precisamos. Mas a boa notícia é que nossos cientistas estão confiantes de que com uma terceira dose, uma dose de reforço, todos nós podemos aumentar nosso nível de proteção de volta.”

Johnson também afirmou que consultas médicas podem ser adiadas para concentrar esforços em prol da imunização. Locais extras para vacinas e unidades móveis serão instalados em todo o território inglês, o horário de atendimento nos postos de saúde será ampliado e milhares de aplicadores voluntários serão treinados.

Na última quarta-feira (8/12), o primeiro-ministro anunciou novas restrições para o país para conter a nova cepa. Ele deu detalhes das medidas, que apresentam recomendações para o retorno de todos os que puderem ao trabalho em home office a partir do dia 13 de dezembro, passaporte de vacina para entrada em casas noturnas e estabelecimentos semelhantes e orientações para o uso de máscara em determinados espaços.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?