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Mundo

Polícia proíbe manifestações em partes de Paris, incluindo o Louvre

Intenção é conter novos casos de destruição e violência, como os registrados no fim de semana

22/10/2026 05:27, atualizado 22/10/2026 05:39
Carl Court/Getty Images
Parada de ônibus é incendiada em Paris durante protesto

A polícia de Paris proibiu manifestações em várias partes da capital francesa nesta quinta-feira (22/10), incluindo o Palácio do Eliseu, Matignon, a Assembleia Nacional, o Museu do Louvre e a Champs-Élysées.

O decreto proíbe “a presença e a circulação de pessoas que participam em procissões, desfiles e reuniões que não tenham sido declaradas nas condições estabelecidas por lei”, entre 8h e 20h.

O país decretou toque de recolher por dois dias seguidos para tentar conter  novos episódios de vandalismo, como os registrados no fim de semana.

Pelo menos 3 mil estabelecimentos comerciais foram alvos de depredação ou invasão ao longo do fim de semana, resultando em inúmeras vitrines destruídas, segundo balanço divulgado pelo governo.

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Nesta quinta-feira (22/10), o presidente francês, Emmanuel Macron, vai ter uma reunião com os serviços de inteligência para discutir as falhas registradas em 17 de outubro. Ele defendeu uma resposta firme aos responsáveis pela violência, mas disse que não é necessário “decretar estado de emergência”, já que a legislação do país já permite aos prefeitos determinar toques de recolher ou proibir aglomerações.

As manifestações estudantis começaram em setembro. Eles pedem mais recursos para as escolas e melhora na infraestrutura.