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Mundo

Mulher perde parte de orelha e do nariz após ter encontro com canibal

Chamado de “Hannibal Lecter russo”, o homem convidou a enfermeira para uma noite romântica, mas se tornou um pesadelo

Heloisa Caixeta11/11/2017 05:31, atualizado 11/11/2017 11:27
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Anatoliy Ezhkov
Mulher perde parte de orelha e do nariz após ter encontro com canibal

Um caso bárbaro aconteceu na cidade de Kurgan, na Rússia. Irina Gonchar, de 41 anos, foi brutalmente atacada por Anatoliy Ezhkov, de 45, após ter negado sair com ele. Os dois, que se conheceram pela Internet, nunca haviam se encontrado.

Chamado de “Hannibal Lecter russo”, o homem convidou a enfermeira para uma noite romântica em um albergue, mas depois de embebedá-la, ela a amarrou com uma corda e desferiu diversas mordidas pelo corpo da mulher, arrancando pedaços das orelhas e as pontas dos dedos.

Depois do ataque, ele ainda tentou estrangulá-la, mas por conta da quantidade de sangue que escorria pelo pescoço de Irina, ele não conseguiu.

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Ela tem 41 anos
A mulher ficou com o rosto todo desfigurado
O canibal arrancou pedaços da orelha de Irina
Marcas das mordidas
Anatoliy Ezhkov está sendo chamado de “Hannibal Lecter russo”
Irina é enfermeira
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Irina é enfermeira

Ela tem 41 anos
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Ela tem 41 anos

A mulher ficou com o rosto todo desfigurado
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A mulher ficou com o rosto todo desfigurado

O canibal arrancou pedaços da orelha de Irina
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O canibal arrancou pedaços da orelha de Irina

Marcas das mordidas
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Marcas das mordidas

Anatoliy Ezhkov está sendo chamado de “Hannibal Lecter russo”
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Anatoliy Ezhkov está sendo chamado de “Hannibal Lecter russo”

A tortura durou cerca de quatro horas, quando, finalmente, os vizinhos ouviram os gritos da mulher e chamaram a polícia. Ela foi levada para o hospital com uma concussão, uma fratura na costela e feridas graves para o resto do corpo.

Depois de ser interrogado, o homem foi libertado sob fiança da polícia até a audiência do tribunal.

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, um parente da mulher ficou chocado com a soltura de Anatoliy: “Como os policiais poderiam deixá-lo ir? E se ele entrar em seu apartamento depois que ela for mandada para casa e tenta matá-la?”.

Um porta-voz da polícia confirmou o incidente, mas se recusou a comentar o assunto.