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Mundo

Manifestantes protestam contra visita de Trump à Inglaterra. Vídeo

De acordo com a polícia britânica, pelo menos 5 mil pessoas participam das manifestações nesta quarta-feira (17/9)

17/09/2025 13:47, atualizado 18/09/2025 11:19
Reprodução/Redes sociais
Imagem colorida de manifestações contra Donald Trump

Milhares de pessoas se reuniram nesta quarta-feira (17/9) nas ruas do centro de Londres, na Inglaterra, para protestar contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que visita o país acompanhado de sua comitiva para discutir temas como comércio.

De acordo com a polícia, pelo menos 5 mil pessoas participam das manifestações.

Manifestantes exibiam cartazes com a frase “Pare, Donald Trump” e carregavam bandeiras da Palestina. Veja:

Outro grupo, chamado Republic, que faz campanha pelo fim da monarquia no Reino Unido, também se juntou às manifestações.

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Trump desembarcou nesta quarta na Inglaterra. Ao lado da primeira-dama, Melania Trump, o presidente norte-americano foi recebido inicialmente pelo príncipe William e pela princesa de Gales, Kate Middleton. No Castelo de Windsor, o rei Charles III e a rainha Camilla já os aguardavam.

Alguns manifestantes demonstraram raiva contra o presidente dos EUA e exasperação com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, segundo o jornal The Guardian.

Segundo a Polícia Metropolitana, a manifestação chamada “Stop Trump Coalition” — projeto criado após a eleição de Trump — partiu de Portland Place e seguiu em direção à Parliament Square.

As ruas do centro de Londres serão bloqueadas durante o deslocamento do grupo, segundo a polícia.

Os manifestantes estão reunidos na Praça do Parlamento, onde ocorre um comício.

Encontro com o rei

Trump, chegou, nesta quarta, ao Castelo de Windsor, na Inglaterra, onde se encontra com o rei Charles III e a família real. É esperado que a comitiva norte-americana discuta na visita temas como comércio.

A viagem ocorre em meio às polêmicas envolvendo o embaixador britânico nos Estados Unidos, Peter Mandelson, que foi demitido devido a sua associação com o financista condenado por crimes sexuais Jeffrey Epstein.