Justiça nega pedido de Trump para suspender a eleição ao Senado no Alasca
Donald Trump acionou o Departamento de Justiça contra a certificação do resultado caso senador republicano perca por margem estreita

Uma juíza federal rejeitou a ação do governo Donald Trump que tentava impedir o estado do Alasca de certificar o vencedor da eleição para o Senado. Na decisão emitida neste domingo (1º/11), a magistrada Sharon Gleason, do Tribunal Distrital dos EUA, afirmou que o governo federal não demonstrou ter autoridade legal para mover o processo.
“Portanto, este tribunal não tem jurisdição e a queixa emendada dos Estados Unidos deve ser rejeitada”, escreveu Gleason na decisão.
Menos de duas horas após a sentença de Gleason, o governo federal anunciou que recorreria ao Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos EUA.
Trump confirmou, no dia 23 de outubro, que orientou o Departamento de Justiça a tentar impedir a certificação do resultado da eleição para o Senado no Alasca caso o atual senador republicano Dan Sullivan perca por uma margem estreita.
Sullivan tenta a reeleição em uma disputa acirrada. Lideranças republicanas sustentam que a candidatura de outro nome na cédula, Dan J. Sullivan Jr., poderia dividir os votos do partido e prejudicar o senador.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA iniciativa do governo federal foi apresentada sob a justificativa de evitar confusão entre candidatos com nomes semelhantes. As eleições estão marcadas para 3 de novembro e definirão o controle do Congresso americano.
