Junta militar que governa Burkina Faso proíbe homossexualidade no país

Proibição incluí penas de até 5 anos de prisão para pessoas acusadas de homossexualidade em Burkina Faso

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Stanislav Krasilnikov / RIA Novosti/Anadolu via Getty Images
Imagem colorida mostra líder de Burkina Faso - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra líder de Burkina Faso - Metrópoles - Foto: Stanislav Krasilnikov / RIA Novosti/Anadolu via Getty Images

A junta militar que governa Burkina Faso proibiu a homossexualidade no país, e anunciou punições de até cinco anos de prisão por “práticas homossexuais”. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (1º/9).

O projeto foi aprovado pelo parlamento de transição do país, composto por 71 deputados, por unanimidade.

De acordo com o ministro da Justiça do país, Edasso Rodrigue Bayala, a nova legislação ainda prevê prisão de dois a cinco anos por homossexualidade.

“Se uma pessoa for perpetradora de prática homossexuais ou similares, de qualquer comportamento bizarro, ela será levada ao juiz”, disse Bayala à emissora estatal RTB.

A medida aprovada pela junta militar de Burkina Faso se soma a outras semelhantes, espalhadas pelo continente africano. Atualmente, a homossexualidade é ilegal em cerca de 30 nações da África.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?