Israel inicia ofensiva militar para tomar e ocupar a Cidade de Gaza

Plano do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de ocupar a Cidade de Gaza foi aprovado no início de agosto

atualizado

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Mostafa Alkharouf/Anadolu via Getty Images
Soldados israelenses patrulham perto da fronteira de Gaza enquanto o confronto entre o exército israelense e as facções palestinas continua em Nir Oz, Israel, em 19 de outubro de 2023
1 de 1 Soldados israelenses patrulham perto da fronteira de Gaza enquanto o confronto entre o exército israelense e as facções palestinas continua em Nir Oz, Israel, em 19 de outubro de 2023 - Foto: Mostafa Alkharouf/Anadolu via Getty Images

Israel iniciou a operação militar para ocupar a Cidade de Gaza, o maior centro urbano do enclave palestino. A informação foi confirmada pelo porta-voz do Exército do país, brigadeiro general Effie Defrin, nesta quarta-feira (20/8).

Segundo o militar, tropas das Forças de Defesa de Israel (FDI) já estão nos arredores da cidade, horas após o plano de ocupação ser aprovado pelo Ministério da Defesa do país. Para a operação, 60 mil reservistas israelenses foram convocados.

Para Defrin, a Cidade de Gaza é um “reduto do terror governamental e militar” do Hamas. “Aumentaremos os danos à infraestrutura terrorista acima e abaixo da terra, e cortaremos a dependência da população do Hamas”, disse o porta-voz das FDI.

Os palestinos que ainda estão na região serão deslocados para longe das “zonas de combates ativas”, segundo o Exército.

De acordo com o governo de Benjamin Netanyahu, a tomada da Cidade de Gaza visa controlar possíveis redutos do Hamas que ainda existam no local. O plano do premiê, aprovado pelo gabinete de segurança do país no início do mês, é criticado pela comunidade internacional.

Enquanto as FDI se prepara para invadir a cidade, negociadores aguardam a resposta de Israel sobre uma nova proposta de cessar-fogo na Faixa de Gaza. A trégua inclui uma pausa de 60 dias nos combates, a libertação de reféns e a retirada de tropas israelenses do enclave palestino. Ela foi aceita pelo Hamas, mas o governo israelense ainda não se posicionou.

Até o momento, mais de 60 mil palestinos já morreram na Faixa de Gaza, desde o início da guerra entre Israel e Hamas. Alguns deles, por fome imposta pelo bloqueio na entrada de ajuda humanitária no território palestino.

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