EUA: veja quando atirador que matou funcionários de embaixada é preso
Suspeito foi preso aos gritos de "Palestina livre". Dois funcionários da Embaixada de Israel foram mortos a tiros nessa quarta-feira (21/5)

Elias Rodriguez, suspeito de matar a tiros dois funcionários da embaixada israelense em Washington, capital dos EUA, foi preso na noite dessa quarta-feira (21/5), logo após o atentado. Vídeo gravado por uma testemunha mostra que o homem foi detido enquanto gritava frases pró-Palestina.
As imagens mostram um homem com barba gritando “Palestina livre, livre”, no momento em que era contido por seguranças do lado de fora do Museu Judaico da Capital, onde o crime aconteceu. Veja:
#USA / #Palestine / #Israel 🇺🇸🇵🇸🇮🇱: 30-year-old man from Chicago shot and killed Two Israeli embassy staff in #Washington DC.
The perpetrator reportedly armed with a Pistol (the model is unclear); and chanted “Free Palestine !” while in custody. pic.twitter.com/X64T1khVDQ
— war_noir (@war_noir) May 22, 2025
Em entrevista coletiva, a chefe do Departamento de Polícia Metropolitana, Pamela Smith, falou que a polícia acredita que o ataque a tiros foi conduzido por um único suspeito que agora está sob custódia. O homem foi identificado como Elias Rodriguez, de 30 anos, da cidade de Chicago.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesSmith declarou em coletiva que Rodriguez “foi observado andando de um lado para o outro do lado de fora do museu” antes de “se aproximar de um grupo de quatro pessoas, sacar uma arma e abrir fogo, atingindo nossos dois falecidos”.
Após o ataque a tiros, a chefe do departamento afirmou que o suspeito entrou no museu sendo detido pela segurança do evento.
Já algemado, o homem informou à segurança onde havia descartado a arma, que foi recuperada pelas autoridades.
Atentado
O atentado vitimou dois funcionários da embaixada de Israel em Washington, mortos a tiros. As vítimas eram um “jovem casal prestes a ficar noivo”, falou Yechiel Leiter, embaixador israelense nos EUA, durante entrevista coletiva.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel identificou as vítimas como Yaron Lischinsky e Sarah Lynn Milgrim.



