Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Mundo

EUA perseguem 3º petroleiro no cerco à Venezuela, dizem agências

A primeira apreensão de um navio venezuelano ocorreu no dia 10, por determinação do presidente dos EUA, Donald Trump

21/12/2025 14:11, atualizado 21/12/2025 16:42
Kevin Dietsch/Getty Images
Imagem colorida mostra o presidente dos EUA, Donald Trump - Metrópoles

Os Estados Unidos tentam interceptar um terceiro navio petroleiro próximo à costa da Venezuela em meio ao bloqueio marítimo ordenado pelo governo de Donald Trump. As agências de notícias Reuters e Bloomberg dizem que o navio estaria ainda sendo perseguido pela Marinha dos EUA até a última atualização desta reportagem. A embarcação seria o petroleiro Bella 1, de bandeira panamenha, que havia sido alvo de sanções dos EUA.

O jornal americano The New York Times publicou, neste domingo (21/12), que as forças americanas tentaram embarcar no navio, que não teria permitido a abordagem inicialmente. A situação está em desenvolvimento, segundo a publicação.

Maduro reage aos EUA em meio a cerco naval: “Corsários”

A ação acontece após o Trump anunciar que bloquearia navios “petroleiros sancionados” na região do Caribe venezuelano. A primeira apreensão de um navio venezuelano ocorreu no dia 10, e a noticiada neste domingo é a segunda neste fim de semana.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Para a Reuters, um oficial americano afirmou que a Guarda Revolucionária dos EUA está em busca da embarcação da frota clandestina sancionada. Segundo a fonte, o navio está navegando sob ordem judicial de apreensão e bandeira falsa.

A apreensão de navios petroleiros faz parte de ordem, emitida por Trump, para o bloqueio aéreo e naval à Venezuela. A medida inclui a interceptação de navios sancionados pelos norte-americanos que entrem na Venezuela ou saiam do território venezuelano transportando petróleo.

A medida de interceptação das embarcações petrolíferas da Venezuela ocorreu diante da escalada de tensão entre os dois países. Segundo Trump, isto será feito até que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, deixe o país.

Até o momento, o governo Trump ainda não se manifestou.