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EUA exibe treino militar no Caribe e aumenta pressão sobre Maduro

Na última sexta-feira (24/10), o governo norte-americano aproximou-se das costas venezuelanas com o porta-aviões Gerald Ford

Repórter de Mundo27/10/2025 12:13, atualizado 27/10/2025 14:46
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EUA exibe treino militar no Caribe e aumenta pressão sobre Maduro
EUA exibe treino militar no Caribe e aumenta pressão sobre Maduro

Os Estados Unidos divulgaram um vídeo que exibe o treinamento de fuzileiros navais em meio à escalada de tensões com a Venezuela. Nesta segunda-feira (27/10), a base militar norte-americana situada em Porto Rico informou que os exercícios são realizados em apoio à missão para “interromper o tráfico ilícito de drogas e proteger a pátria”.

Veja o vídeo:

“Guerreiros de elite prontos para enfrentar qualquer desafio: fuzileiros navais demonstram sua letalidade durante o treinamento em apoio à missão do Comando Sul dos Estados Unidos e operações dirigidas pelo Departamento de Guerra e prioridades de Donald Trump para interromper o tráfico ilícito de drogas e proteger a pátria”, comunicou o Comando Sul dos EUA.

No vídeo, é possível ver centenas de fuzileiros navais praticando exercícios anfíbios (operações que combinam forças navais e terrestres para combinar o avanço progressivo em diferentes frentes) e missões de voo. Na base militar, inclusive, caças F-35 foram deslocados para a região. Além disso, atividades que simulam operações de interceptação e destruição de rotas de drogas também são realizadas.

Na última sexta-feira (27/10), o governo norte-americano sinalizou um avanço próximo às costas venezuelanas oficialmente, após o porta-voz do Departamento de Guerra, Sean Parnell, anunciar o envio do porta-aviões Gerald R. Ford Carrier Strike Group ao Caribe. A medida vai ao encontro da diretriz de Trump, no que ele chama de combate ao “narcoterrorismo”.

Além disso, o líder norte-americano havia ameaçado operações terrestres na região do Caribe, mirando cartéis de drogas, “em breve”. A ameaça é acompanhada da autorização à Agência Central de Inteligência (CIA) de executar “ações letais” na Venezuela, que ameaçam Nicolás Maduro no governo venezuelano.