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Em dia de eleições, lojistas nos EUA contratam seguranças e fecham janelas

Comerciantes temem onda de violência após a votação. Vitrines das lojas estão protegidas por tábuas de madeira

03/11/2020 10:18
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Em dia de eleições, lojistas nos EUA contratam seguranças e fecham janelas

Comerciantes norte-americanos se preparam para uma uma possível noite de protestos, após o resultado das eleições presidenciais dos Estados Unidos, neste terça-feira (3/11). E resolveram investir dinheiro em proteção para as lojas.

Há registros de brigas recentes ocasionadas por apoiadores do presidente Donald Trump (Republicanos). Por outro lado, o democrata Joe Biden, ex-vice-presidente dos EUA, aparece como favorito nas pesquisas de intenção de voto.

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Os candidatos são Donald Trump e Joe Biden
Lansing, Michigan
Washington, DC
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Yegor AleyevTASS via Getty Images)
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Allen J. Schaben / Los Angeles Times via Getty Images
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John Moore/Getty Images
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Sarah Silbiger/Getty Images
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Em Washington, Manhattan e Chicago, por exemplo, os lojistas instalaram, ao longo dos últimos dias, tábuas em frente às vitrines de vidro para evitar a quebradeira. Veja estas imagens publicadas em uma rede social:

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De acordo com o jornal The Washington Post, os varejistas estão gastando milhões para proteger as lojas. Alguns deles, inclusive, resolveram não abrir o comércio nesta terça-feira – e outros anunciaram fechar as portas mais cedo.

“A segurança de nossos clientes, associados e comunidades, bem como a proteção de nossos ativos físicos, é de extrema importância”, disse Nicole Schoenberg, porta-voz da Saks Fifth Avenue, que contratou seguranças extras.

Não há alívio no passado recente dos lojistas norte-americanos. Além da pandemia do novo coronavírus, que já matou mais de 231,4 mil pessoas nos EUA e provocou o fechamento de milhares de lojas, protestos deixaram marcas.

Dados estimados pelo Insurance Information Institute (III) apontam que, neste ano, os lojistas perderam quase US$ 1 bilhão (R$ 5,6 bilhões) por causa de protestos, o que faz de 2020 o “segundo ano de distúrbio civil mais caro da história”.

Em 26 de maio de 2020, após a morte de George Floyd por um policial branco em Minneapolis, Minnesota, protestos e tumultos estouraram na cidade e se espalharam, segundo o III, nas semanas seguintes para outras 140 municípios.

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