Dólar abre em alta ante o real, em linha com exterior e após perdas recentes

A moeda vem de dois dias seguidos de queda frente ao real, quando acumulou baixa de 1,2%

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1 de 1 dolar_china_09022015_353 - Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

O dólar abriu em alta ante o real nesta quinta-feira (14/1) em linha com o avanço da moeda norte-americana em relação a outras divisas emergentes e de países exportadores de commodities, diante da instabilidade dos mercados chineses e dos preços do petróleo. Além disso, o dólar vem de dois dias seguidos de queda frente ao real, quando acumulou baixa de 1,2%

Às 9h28, o dólar à vista no balcão subia 0,60%, a R$ 4,0344. A moeda para fevereiro avançava 0,40%, a R$ 4,0510. O dólar também tinha ganhos em relação ao dólar neozelandês (+1,15%), o dólar australiano (+0,49%) e o rand sul-africano (+0,37%).

Na quarta-feira (13/1), o dólar à vista chegou a ser vendido na faixa de R$ 3,97, algo que não se via desde o fim de 2015, ajudado pela recuperação do petróleo durante a manhã e os dados da balança comercial da china em dezembro melhores que o esperado. Porém, à tarde, com o petróleo voltando a perder força, a moeda reduziu as perdas intraday. No horário acima, o petróleo Brent subia 1,32%, depois de ter caído novamente abaixo de US$ 30,00 o barril.

Enquanto isso, a Bolsa de Xangai, a principal da China, fechou em alta nesta quinta-feira, após uma sessão bastante volátil. O índice Xangai Composto subiu 2%, encerrando o dia a 3.007,65 pontos, mas chegou a cair 2,8% durante os negócios, rompendo a mínima registrada em 26 de agosto do ano passado, período de forte turbulência nos mercados chineses. No ponto mais baixo do pregão, o Xangai chegou a acumular perdas de mais de 20% em relação à máxima do último dia 22 de dezembro, o que significa que entrou brevemente no chamado “território baixista”.

Na manhã desta quinta, o IBGE informou que o volume de serviços prestados recuou 6,3% em novembro de 2015 ante igual mês de 2014, já descontados os efeitos da inflação. Trata-se do pior resultado desde o início da série, em janeiro de 2012. Com isso, o volume de serviços prestados acumula queda de 3,4% no ano. Já em 12 meses, o recuo é de 3,1%.

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