Comissários de bordo gays não querem trabalhar em voos ao Irã
O documento postado na internet quer preservar os funcionários de serem submetidos as leis do país do Oriente Médio
atualizado
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Um comissário de bordo assumidamente gay, da Air France, lançou uma petição na qual pede que a companhia aérea não o force a viajar ao Irã. O país do Oriente Médio considera a homossexualidade ilegal, passível de condenação com pena de morte.
Na petição, postada no site Change.org, o comissário, que assina como Laurent M, argumenta que a Air France não tem o direito de obrigar os funcionários a viajar “a um país onde seus iguais são mortos por serem apenas quem são”.
Até o momento, mais de 18 mil pessoas já assinaram a petição. A meta é chegar a 25 mil adesões.
