Jornal inglês afirma que marca de Beyoncé explora trabalhadores
De acordo com o tabloide The Sun, um trabalhador da fábrica que produz produtos com a marca da cantora afirmou que recebe em torno de 111 euros por mês e trabalha dez horas por dia
atualizado
Compartilhar notícia

Lançada no mês passado pela cantora Beyoncé, a marca de roupas esportivas femininas Ivy Park foi acusada de se beneficiar de trabalho escravo. De acordo com o tabloide The Sun, a fábrica da empresa localizada no Sri Lanka tem trabalhadores que recebem cerca de cinco euros por dia. As roupas, que tem como mensagem “apoiar e inspirar as mulheres”, são vendidas na loja britânica Topshop.
Uum trabalhador da fábrica afirmou ao jornal inglês que recebe em torno de 111 euros por mês. Ele também disse que trabalha dez horas por dia e cinco dias por semana.
A Organização Internacional Contra a Escravatura se manifestou sobre o assunto. “Empresas como a Topshop têm o dever de descobrir o que se passa dentro das fábricas que subcontratam e há muito tempo que se vê que as inspeções éticas destas empresas não são eficazes. Deveria haver uma autoridade independente”, contou um responsável do órgão.
Em resposta, um porta-voz da Topshop afirmou que “a Ivy Park tem um regulamento comercial eticamente rigoroso”. Acrescentou também que “esperamos que os nossos fornecedores se ajustem ao nosso código de conduta e os apoiamos a atingirem essas instruções. Estamos orgulhosos das nossas inspeções e auditorias às fábricas com que trabalhamos”.
