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Mundo

Direita e esquerda disputam voto a voto a presidência no Equador

Candidatos aparecem tecnicamente empatados em pesquisas de intenção de voto realizadas no Equador. Eleição é domingo

11/04/2025 21:00
Felipe Stanley e Romina Duarte/Agencia Press South/Getty Images
Imagem colorida dos candidatos Daniel Noboa e Luisa González Alcívar

Os equatorianos vão às urnas no próximo domingo (13/4) para escolher os ocupantes dos cargos de presidente e vice-presidente pelos próximos quatro anos. A disputa no segundo turno está acirrada entre as duas chapas, uma à esquerda e outra à direita.

O representante da direita é o presidente Daniel Noboa Azín, da Acción Democrática Nacional (ADN), que é um empresário herdeiro no setor da produção de bananas e tem propostas baseadas no liberalismo econômico. Ele concorre com a esquerdista Luisa González Alcívar, pertencente à colizão que inclui as legendas Revolución Ciudadana (RC) e Renovación Total (Reti). Ela é herdeira política do ex-presidente Rafael Correa.

As últimas pesquisas de intenções de voto no país indicam que a diferença entre eles chega a ser de apenas 0,4%. Os levantamentos alternam quem fica em primeiro lugar, todos com margens muito apertadas.

Estão aptos a votar 13,76 milhões de eleitores. O primeiro turno, realizado em 9 de fevereiro deste ano, teve diferença de votos apertada entre os dois.

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A eleição de domingo será a mais vigiada entre 19 já realizadas no país. O motivo são as falas que levantam dúvidas sobre a imparcialidade do sistema eleitoral. Há no país quase 500 observadores internacionais para acompanhar o pleito.

Segurança

Luisa utilizou as redes sociais para afirmar que se sente insegura, alegando que o presidente retirou os agentes que cuidavam da proteção da candidata. A reclamação tem como contexto um cenário de violência no país latino ligada ao narcotráfico.