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Mundo

Copiloto que atacou comandante foi afastado de outra aérea por "extremismo"

Em um possível ataque terrorista, o copiloto feriu a machadadas o comandante do avião que partiu de Dubai para Tel Aviv

04/10/2026 13:14
Reprodução/Redes sociais/Daily Mail
Israel não descarta a hipótese de ataque terrorista no incidente com avião da Fludubai - Metrópoles

O copiloto da companhia aérea Flydubai, suspeito de ter atacado a machadadas o comandante do voo FZ1073, que pilotava o avião de Dubai a Tel Aviv, na quarta-feira (30/9), teria sido afastado de um cargo anterior em outra companhia aérea devido ao seu pensamento extremista.

Investigadores dos Emirados Árabes Unidos concluíram que Hamam al-Hammami, cidadão omanita, nascido nos Emirados Árabes Unidos, planejava um ataque terrorista em uma tentativa de derrubar o avião.

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Israel diz que copiloto esfaqueou piloto em voo; há suspeita de terrorismo
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Israel diz que copiloto esfaqueou piloto em voo; há suspeita de terrorismo

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Ele foi preso na Arábia Saudita e transferido na quinta-feira (1°/10) para a federação na Península Arábica. Ele afirmou ter agido sozinho.

Durante o ataque, a aeronave despencou bruscamente de cerca de 34 mil pés para menos de 17 mil pés (uma queda de mais de 5km) em poucos minutos.

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Mesmo ferido, o comandante conseguiu abrir a porta da cabine, permitindo que outros pilotos de folga, que viajavam como passageiros, além de tripulantes e passageiros, conseguissem intervir, imobilizar o copiloto e impedir a queda da aeronave.

De acordo com fontes ouvidas pela CNN internacional, incluindo um diplomata, um perfil no LinkedIn com o nome Hamam al-Hammami indicava que ele trabalhou na Oman Air por sete anos, saindo em fevereiro de 2025, antes de ingressar na companhia aérea marroquina Royal Air Maroc, em junho de 2025, e deixar a empresa em janeiro de 2026.

A página não mencionava a Flydubai, companhia em que ele trabalhava havia apenas oito meses, e foi posteriormente excluída.

Segundo o diplomata não identificado, Hamam foi afastado do treinamento de voo na Oman Air “devido a preocupações com suas visões radicais e recebeu outra função na companhia aérea nacional de Omã”.

Outra fonte acrescentou que o copiloto teve passagem também pela Royal Air Maroc, mas a companhia informou que ele apenas fez um treinamento, durante três meses, como parte do processo de pré-contratação, mas não foi selecionado.

Proibido de voar

O copiloto da Flydubai também estaria proibido de voar em Omã, seu país de origem. A preocupação era com visões extremistas que ele tinha. Mas não está claro se o país compartilhou essas informações com outros países. Hamam teria sido encontrado com material extremista em 2024.