Apresentadora sobre mãe desaparecida nos EUA: “Estamos em desespero”
Desaparecimento de Nancy Guthrie, de 84 anos, completou 10 dias nesta terça-feira (10/2)
atualizado
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A apresentadora de TV Savannah Guthrie fez um apelo nas redes sociais na noite dessa segunda-feira (9/2) pelo retorno de sua mãe, Nancy Guthrie, de 84 anos, desaparecida desde o dia 31 de janeiro no estado do Arizona, Estados Unidos. Em um vídeo, ela solicitou que qualquer informação sobre o paradeiro da mulher seja imediatamente repassada às autoridades locais.
Visivelmente abalada, ela disse que a família vive um momento de angústia e desespero, mas agradeceu o apoio que tem recebido.
“Entramos em outra semana deste pesadelo […] Acreditamos que nossa mãe ainda está por aí. Precisamos da sua ajuda. Se vocês virem e ouvirem alguma coisa, se houver qualquer coisa que lhes pareça estranha, relatem às autoridades policiais, estamos em um momento de desespero. E precisamos da sua ajuda”, declarou.
Caso envolve FBI e Swat
Nancy Guthrie está desaparecida nos Estados Unidos desde 31 de janeiro quando foi deixada em casa pela filha e o genro, em Catalina Foothills, Arizona.
Segundo o FBI, Nancy foi vista pela última vez após chegar na residência com Annie Guthrie, irmã da apresentadora. Na manhã de 1º de fevereiro, dia seguinte ao desaparecimento, familiares estranharam o fato dela não ter comparecido à igreja e, ao entrarem na residência, constataram o sumiço.
Autoridades apontam que objetos pessoais como carteira, celular, carro, aparelho auditivo e medicação ficaram no local. Manchas de sangue também foram encontradas do lado de fora da residência, próximo à varanda.
Segundo as autoridades, Nancy tem dificuldades de locomoção, o que tornaria improvável que ela saísse sozinha por longas distâncias.
Dois dias após o desaparecimento, uma nota de resgate foi enviada a diversos veículos de imprensa, exigindo pagamento de US$ 6 milhões em bitcoin (criptomoeda) para o resgate. O valor deveria ser pago até às 17h (21h no horário de Brasília) desta segunda-feira (9/2).
O caso segue em investigação pelo FBI (polícia federal dos Estados Unidos responsável por investigações de crimes federais e segurança nacional) e a Swat (unidades táticas especiais da polícia, treinadas para situações de alto risco).










