Após Trump fechar comentários, brasileiros invadem perfil de Melania

Os comentários no perfil da primeira-dama vão desde críticas à aparência de Trump até manifestações em defesa da soberania do Brasil

atualizado

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Chip Somodevilla/Getty Images
O candidato presidencial republicano, o ex-presidente dos EUA Donald Trump, aponta para apoiadores da ex-primeira-dama Melania Trump durante um evento noturno eleitoral no Palm Beach Convention Center em 06 de novembro de 2024 em West Palm Beach, Flórida. Os americanos votaram hoje na corrida presidencial entre o ex-presidente candidato republicano Donald Trump e a vice-presidente Kamala Harris, bem como nas múltiplas eleições estaduais que determinarão o equilíbrio de poder no Congresso
1 de 1 O candidato presidencial republicano, o ex-presidente dos EUA Donald Trump, aponta para apoiadores da ex-primeira-dama Melania Trump durante um evento noturno eleitoral no Palm Beach Convention Center em 06 de novembro de 2024 em West Palm Beach, Flórida. Os americanos votaram hoje na corrida presidencial entre o ex-presidente candidato republicano Donald Trump e a vice-presidente Kamala Harris, bem como nas múltiplas eleições estaduais que determinarão o equilíbrio de poder no Congresso - Foto: Chip Somodevilla/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, restringiu os comentários em suas publicações no Instagram após receber uma onda de críticas de brasileiros contrários às tarifas de 50% impostas sobre as exportações do Brasil.

Com a limitação dos comentários no perfil do republicano, internautas passaram a direcionar as mensagens à primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump. Nos comentários, muitos brasileiros pedem que Melania “controle” Trump.

Na publicação mais recente de Melania, multiplicam-se comentários sobre o “tarifaço”, que vão desde críticas à aparência de Trump até manifestações em defesa da soberania brasileira.

“Diz pro teu marido senhor laranja, pra deixar nosso país em paz , somos SOBERANOS e não quintal de NINGUÉM…não vamos deitar nunca!!”, escreveu uma brasileira.

“O Brasil é dos brasileiros, diga para o homem laranja nos deixar em paz”, disse outro.

Confira outros comentários abaixo:

Comentários de brasileiros em postagem de Melania Trump, primeira-dama dos Estados Unidos - Metrópoles
Brasileiros invadem comentários de perfil da primeira-dama Melania Trump

O tarifaço de 50% contra o Brasil

Diversos setores produtivos podem ser afetados com a imposição das tarifas de 50% sobre mercadorias brasileiras vendidas aos Estados Unidos (EUA), anunciada pelo presidente Donald Trump. A medida deve passar a valer em 1º de agosto.


Trump, tarifas, Brasil e Bolsonaro

  • Trump tem ameaçado o mundo com a imposição de tarifas comerciais, desde o início do mandato, e tem dado atenção especial ao grupo do Brics e ao Brasil.
  • O presidente norte-americano chegou a ameaçar taxas de 100% aos países-membros do bloco que não se curvarem aos “interesses comerciais dos EUA”.
  • Após sair em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Trump ameaçou aumentar as tarifas sobre exportações brasileiras.
  • Na quarta-feira (9/7), o líder norte-americano alegou que o Brasil não está “sendo bom” para os EUA.
  • A taxa de 50% imposta por Trump entrará em vigor a partir de 1º de agosto e será cobrada separadamente de tarifas setoriais, como as que já atingem aço e alumínio brasileiros.
  • Em abril deste ano, o Brasil já havia sido atingido pelo tarifaço de Trump e teve os produtos taxados em 10%, inicialmente.

A venda de produtos brasileiros aos EUA somou US$ 40,3 bilhões em 2024, um aumento de 9,2% em comparação a 2023, quando os EUA importaram US$ 36,9 bilhões. Nunca o Brasil exportou tanto para a terra do “Tio Sam” como no ano passado.

Do total exportado pelo Brasil ao mundo, aproximadamente 12% vão para os Estados Unidos. Estão entre os principais: óleos brutos de petróleo, ferro, aço, celulose, café, suco de laranja, carne bovina, aeronaves e máquinas para o setor de energia.

Setores da economia, como agro e indústria, e o governo federal repudiaram o tarifaço. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que, caso os países não cheguem a um acordo até 1º de agosto, o Brasil adotará o princípio da reciprocidade.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que as tarifas de 50% impostas pelo governo de Trump têm caráter político e teriam sido articuladas pelo clã Bolsonaro. Segundo ele, a medida não tem “nenhuma racionalidade econômica”.

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