Alemanha confirma primeira morte pela variante Ômicron
De acordo com agências internacionais de notícias, a vítima é uma pessoa com idade entre 60 e 79 anos
atualizado
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O Instituto Robert Koch, na Alemanha, que investiga a ocorrência de doenças infecciosas, confirmou, nesta quinta-feira (23/12), a primeira morte pela variante Ômicron do coronavírus no país.
De acordo com agências internacionais de notícias, a vítima é uma pessoa com idade entre 60 e 79 anos de idade. Ainda não há mais informações sobre o paciente.
Segundo o instituto, a Alemanha registrou, nas últimas 24h, 810 novos casos da variante Ômicron. Ao todo, são 3.198 pacientes que foram infectados pela mutação do coronavírus.
A variante, que teve o primeiro caso detectado na África do Sul, tem se espalhado rapidamente pelo globo. O Reino Unido já registrou 18 mortes, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado na quarta-feira (22/12).
Além disso, o país tem 195 pessoas hospitalizadas por complicações da variante. Ao todo, o Reino Unido já registrou 74 mil casos da nova mutação.
Medidas restritivas
Para evitar mais uma onda de casos de Covid-19 por conta das festas de fim de ano e o inverno no Hemisfério Norte, pelo menos 11 nações decidiram reestabelecer algumas das medidas de proteção, especialmente na Europa.
Entre a exigência de passaporte de vacinação, quarentena nas fronteiras, volta das máscaras e proibição de grandes eventos ou festas em locais fechados, Natal e Ano-Novo ainda não serão como costumavam ser antes da pandemia.
Portugal, Alemanha, França, Argentina, Inglaterra, Irlanda, Estados Unidos, Holanda, Israel, Nova Zelândia e Bélgica são alguns dos países de criaram novas medidas restritivas para conter o avanço da variante.
Brasil
O último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, na noite de quarta-feira, aponta que o país tem ao menos 32 casos confirmados de pacientes com a nova variante, e outros 23 em investigação.
Os casos positivos são de moradores de São Paulo, do Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
Além disso, a Prefeitura de São Paulo confirmou na última sexta-feira (17/12) que há transmissão comunitária da variante Ômicron do coronavírus. Isso significa que já não é mais possível rastrear a origem da infecção pela nova variante.

















