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Mundo

Advogado filmado traindo no Central Park é expulso de escritório milionário.

O advogado de 45 anos, casado há 10 anos com outra advogada, foi flagrado aos beijos em um banco do Central Park com uma colega de 29 anos

27/08/2026 13:17, atualizado 27/08/2026 13:18
Reprodução /redes sociais - Snappr News/Miles Cull
Advogado e amante pegos aos beijos em banco do Central Park - Metrópoles

Após ter perdido a oportunidade de ir para um novo emprego num escritório de advocacia concorrente em Nova York, Nathaniel Cullerton, de 45 anos, defensor norte-americano de renome, também teria sido forçado a deixar o atual emprego depois de ter sido flagrado aos beijos com uma amante no Central Park.

Ele é sócio da Wachtell Lipton e estava suspenso das atividades desde o flagra, feito em julho, quando foi filmado aos beijos com a colega de trabalho Kelsey Borenzweig, de 29.

O vídeo foi feito por um tiktoker sem a intenção de expor a traição, já que o usuário da rede social queria apenas fazer uma brincadeira e causar vergonha em casais que estavam por ali, tendo intimidades em plena luz do dia, num dos parques mais famosos do mundo. Veja:

Segundo o The Post, Cullerton teria sido expulso do escritório e, segundo fontes próximas à situação, seria apenas uma questão de tempo até que ele deixe de ter qualquer vínculo com Wachtell.

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Ele é casado há 10 anos com Moira Kim Penza, outra famosa defensora nos EUA, e é um dos advogados mais bem pagos do mundo, segundo a BCG Attorney Search. Como sócio do Wachtell Lipton, a remuneração média era de US$ 12 milhões (ou R$ 61,04 milhões).

A traição também teria custado a ida de Cullerton para a rival Gibson Dunn. Segundo o jornal Financial Times, as imagens não poderiam ter surgido em um momento pior, e a contratação foi cancelada depois da repercussão das imagens.

Quem teria oferecido o novo emprego foi o advogado Bill Savitt, 63 anos, ex-chefe de Cullerton, recentemente contratado pela Gibson Dunn e que levou alguns colegas com ele para a concorrência.

Ambos os advogados e a amante atuaram juntos em um caso famoso ao defender a OpenAI contra um processo de US$ 150 bilhões movido por Elon Musk, neste ano.

Tradição organizacional?

Mas, de acordo com o New York Post, a atenção agora se voltou para o próprio Savitt, que, após liderar a debandada de vários advogados em um acordo estimado em US$ 96 milhões ao longo de três anos, também teria o costume de se relacionar com colegas de trabalho às escondidas.

“O relacionamento terminou recentemente e, segundo fontes, não violou normas internas por se tratar de dois sócios de mesmo nível e por Savitt estar separado de sua esposa há mais de três anos”, revelou o jornal.

Com relação à amante, Kelsey, não há ainda informações se ela vai perder o emprego. Sobre ela, sabe-se apenas que também manteve recentemente um relacionamento com outro advogado da firma, mas que o casal teria se separado há pouco tempo.

Nenhum dos envolvidos se pronunciou publicamente sobre o caso.

Advogado filmado traindo no Central Park é expulso de escritório milionário