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Eleições 2026Minas Gerais

Viana aciona o TSE após Ivete "fazer o L" em BH: "Milhões de visualizações"

Carlos Viana alega possível showmício após cantora responder a gritos de apoio a Lula durante apresentação no Mineirinho

29/09/2026 09:21
Reprodução
Viana aciona o TSE após Ivete “fazer o L” em BH: “Milhões de visualizações”

Belo Horizonte — O senador e candidato à reeleição Carlos Viana (PSD-MG) anunciou, nesta terça-feira (29/9), que acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a cantora Ivete Sangalo por uma manifestação durante um show realizado em Belo Horizonte.

Segundo Viana, durante a apresentação, a plateia gritou em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e Ivete respondeu fazendo com a mão o gesto do “L”, associado ao petista.

O episódio ocorreu durante a turnê Ivete Clareou, realizada na área externa do Mineirinho, na Pampulha, em 19 de setembro.

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“Em Belo Horizonte, a plateia gritou por Lula e ela respondeu do palco fazendo o L. Milhões de visualizações. Show com ingresso pago virou comício”, afirmou Viana nas redes sociais.

O parlamentar disse ter levado o caso ao ministro André Mendonça, vice-presidente do TSE, e pediu a preservação dos vídeos e a apuração sobre eventual combinação entre a manifestação e a campanha de Lula.

Viana também defendeu a aplicação de multa de R$ 100 mil por evento caso a conduta volte a ocorrer. “A Lei das Eleições proíbe showmício”, escreveu o senador.

Luísa Sonza

A iniciativa ocorre um dia depois de Viana apresentar pedido para apurar uma manifestação da cantora Luísa Sonza em apoio a Lula durante um festival em Londrina, no Paraná.

Na representação, o senador questionou se a manifestação de Sonza teria sido espontânea ou se houve algum tipo de coordenação com o partido ou a campanha do presidente.

Durante a apresentação, Sonza disse ao público: “Dia 4 de outubro, não esqueçam, é Lula 13”. Viana também pediu, naquele caso, a apuração de eventual irregularidade eleitoral e mencionou a possibilidade de multa de R$ 100 mil.

O próprio pedido apresentado pelo senador no caso de Sonza reconhece que artistas têm liberdade para manifestar preferências políticas durante apresentações, embora os chamados showmícios sejam proibidos pela legislação eleitoral.