Pedro Rousseff diz que equipe de Lula tem material para constranger Flávio
Pedro Rousseff afirmou que conteúdo comprometedor contra Flávio Bolsonaro está nas mãos de Lula; campanha estuda quando ele será divulgado

Belo Horizonte — O candidato a deputado federal Pedro Rousseff (PT-MG), sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), afirmou que a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem fotos e vídeos comprometedores envolvendo Flávio Bolsonaro (PL). Segundo ele, há uma discussão se o suposto material será divulgado e quando isso será feito.
Em entrevista ao canal O Três News, na manhã desta quinta-feira (1º/10), o petista afirmou que recebeu autorização para falar publicamente sobre a existência do conteúdo, mas que ainda aguardava uma resposta sobre a possibilidade de divulgá-lo.
“Talvez, se fosse só uma decisão do Pedro, a gente já teria divulgado. Mas eu primeiro tive a permissão para poder falar que, de fato, a gente tem. E, na teoria, a gente ia receber a resposta se a gente poderia divulgar”, afirmou.
Ele também disse que a discussão envolve a estratégia para o uso do suposto conteúdo na reta final da eleição, no momento certo. “O grande debate sobre isso é que o material existe”, declarou. Na sequência, afirmou que “tem um grupo que tem essa arma na mão aí” e que há um debate sobre “quando se utilizar essas fotos e esses vídeos”.
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O petista já havia feito declarações semelhantes na terça-feira (29/9), durante participação no programa Fórum Onze e Meia, da Revista Fórum. Na ocasião, ele afirmou que havia uma discussão interna sobre o momento de uma eventual divulgação, mas também não detalhou o conteúdo.
“A gente pode divulgar os vídeos agora. Não tem grande problema com isso. Só que a gente não sabe ainda qual é a matemática por trás disso. Se a gente coloca os vídeos e as fotos agora, eles ainda têm cinco dias para poder elaborar uma estratégia nova, uma desculpa nova, falar que é mentira, falar que é IA. Cinco dias é muito tempo”, disse.
Procurado pelo Metrópoles, Pedro Rousseff foi questionado sobre o conteúdo citado e sobre quando o material seria divulgado, mas não respondeu até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.



