Porta-voz da PM chora ao relatar morte de colegas em queda de avião em MG
Três tripulantes morreram no acidentes, um homem e duas mulheres; uma das tenentes acabou de voltar de licença maternidade
Belo Horizonte – Bastante emocionado, o coronel Flávio Santiago pediu desculpas antes de começar a coletiva que tratou sobre o acidente com a aeronave da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) que matou três integrantes da corporação, próximo ao Aeroporto Regional do Vale do Aço, na cidade de Santana do Paraíso.
“Peço escusas inicialmente. Talvez seja a coletiva mais difícil da minha vida”, afirma o oficial com a voz embargada, antes de pedir água.
Santiago explicou, na coletiva, que a operação era um voo de recheque, que é uma avaliação prática para comprovar que o piloto mantém o domínio técnico, pro eficiência e a segurança para renovar a habilitação.
Três militares morreram na queda do avião. O tenente-coronel Luiz Fernando Silvestre, 49 anos, era o instrutor e tinha mais de 5 mil horas de voo; e as tenentes Alice dos Santos Oliveira Almeida, 34 anos, e Gabriela Emília Soares Lacerda Resende, 35 anos, que deixa dois filhos.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesSobre o que causou o acidente, ele afirmou que as causas ainda serão investigadas.
