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Minas Gerais

PM é suspeito de matar policial penal a tiros na porta de bar em BH

Segundo o B.O., o PM alegou legítima defesa após a vítima tentar sacar uma arma, nesta madrugada, na região Leste de BH

12/10/2026 12:56
PMMG/Divulgação
viatura PMMG

Belo Horizonte — Um policial militar, de 58 anos, é suspeito de matar um policial penal, de 50, em um bar no bairro Casa Branca, na região Leste de Belo Horizonte, na madrugada desta segunda-feira (12/10).

De acordo com o boletim de ocorrência, o policial militar estava conversando com o proprietário do estabelecimento, que fica na Rua Burnier, quando decidiu sair para ir ao bar de outro amigo.

Nesse momento, segundo a versão do PM, ao se aproximar da porta, foi abordado por um homem desconhecido, que teria ido em sua direção, dizendo: “Qual é?”.

Ainda conforme o relato do suspeito, a vítima, identificada como Wellington Silvio da Costa, que era policial penal, teria feito um movimento para sacar uma arma de fogo da cintura.

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Diante da ameaça, o militar afirmou que se jogou no chão para se defender e efetuou um tiro, que atingiu o lado esquerdo do tórax da vítima. Após o disparo, o policial militar recolheu a arma de e tentou reanimar Wellington.

Um cliente do bar levou o policial penal em um carro particular para a UPA Leste. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

Uma testemunha confirmou à polícia a versão apresentada pelo militar, afirmando que o policial penal teria chegado ao local e, sem motivo aparente, tirado satisfação com o PM.

Duas armas de fogo foram apreendidas e entregues pelo policial militar às equipes que atenderam à ocorrência. O suspeito foi conduzido à delegacia de plantão.

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que “todas as medidas administrativas foram tomadas pela Polícia Penal de Minas Gerais (PPMG) relativas à ocorrência”. A pasta ainda confirmou que a vítima estava fora do horário de trabalho.

A reportagem entrou em contato com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG)  e aguarda um posicionamento.