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Minas Gerais

MG: arsenal de guerra do PCC com fuzil e drogas é apreendido pela PM.

Polícia desmonta ponto do PCC no Tupi B: mais de 600 porções de drogas, Glock com rajada, submetralhadora e fuzil; prejuízo de R$ 25 milhões

22/05/2026 21:10
Polícia Militar MG/Divulgação
arsenal guerra PCC drogas e armas

Belo Horizonte — Um verdadeiro arsenal de guerra e grande quantidade de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi apreendido nesta sexta-feira (22/5) no bairro Tupi B, região Norte de Belo Horizonte. Em uma ação precisa, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) desferiu um duro golpe contra o crime organizado.

Militares do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (BPMRv), com apoio do Grupamento Tático Rodoviário (GTR) e da Rondas Ostensivas com Cães (ROCCA), prendeu três pessoas, incluindo um casal, e retirou de circulação materiais avaliados em até R$ 25 milhões.

Tudo começou durante um patrulhamento de rotina. Militares abordaram um Nissan Versa preto e encontraram, em fundo falso, oito barras de cocaína. O condutor, de 29 anos, acabou entregando o endereço de uma casa no Tupi B. Ao chegarem ao local, os policiais se depararam com um verdadeiro depósito do crime.


O que foi apreendido:

  • 112 barras de cocaína
  • 257 invólucros de maconha “Colômbia Gold”
  • Grande quantidade de maconha tradicional e crack (totalizando mais de 600 porções e barras)
  • 1 fuzil Colt calibre 5.56
  • 1 submetralhadora Ruger 9mm
  • 1 pistola Glock com kit rajada
  • 1 colete balístico com placa cerâmica nível 3
  • 54 munições calibre 5.56 e 77 munições calibre 9mm
  • Camisetas e distintivos da Polícia

Segundo a Polícia  Militar, o material apreendido tem forte ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

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Além do homem de 29 anos, apontado como o responsável pelo material, foram presas sua esposa, de 31 anos, e outra mulher de 21 anos. Os três foram detidos por tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e associação criminosa.

A operação só foi possível graças ao trabalho de inteligência da PM, que forneceu informações cruciais após a abordagem inicial. O suspeito assumiu a propriedade do material, mas permaneceu em silêncio sobre a origem das armas e o destino das drogas.

Os entorpecentes serão analisados no Instituto de Criminalística, e o caso será encaminhado à Polícia Civil.