Marco Antônio Costa confirma pré-candidatura ao Senado pelo Novo em MG
Pré-candidato ao Senado pelo partido de Zema, Marco Antônio Costa se juntou a ele em críticas ao STF, mas não na censura a Flávio Bolsonaro
atualizado
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Belo Horizonte – O comunicador Marco Antônio Costa confirmou, em evento do Partido Novo neste sábado (16/5) na Região Oeste da capital mineira, sua pré-candidatura ao Senado pelo partido de Romeu Zema.
Ele reafirmou sua principal bandeira: a reforma estrutural profunda do Poder Judiciário, com punição exemplar e até prisão a ministros que cometem abusos. Com relação às críticas de Zema ao senador Flávio Bolsonaro (PL), Marco Aurélio não se alinhou e falou da importância da aliança com o PL nos estados.
Marco Antônio Costa teve sua pré-candidatura ao Senado lançada em 14 de abril e usou o encontro partidário na capital mineira para detalhar suas posições. Para ele, a reforma do Judiciário deve ir além de ajustes cosméticos. Ele falou inclusive em prender ministros que tenham cometido crimes.
“Minha pauta sempre foi a reforma estrutural da Justiça, com punição aos ministros por abuso de poder, prevaricação, lavagem de capitais, corrupção ativa e passiva e organização criminosa. Precisamos indenizar as vítimas da censura e da perseguição política, que vão muito além do inquérito das fake news. É preciso abrir a caixa-preta do Supremo”, declarou o pré-candidato.
Ele criticou duramente o que chamou de “ditadura da toga” e defendeu que a guerra não é contra instituições, mas contra ministros abusadores. “A guerra é contra os ministros abusadores do Supremo e do sistema de justiça”, enfatizou.
Sobre Flávio Bolsonaro
Sobre a relação partidária, Marco Antônio Costa avaliou que houve precipitação de Romeu Zema em algumas definições e defendeu alinhamento estratégico: “Sigo a linha dos candidatos do Novo ao Senado. Para nós é muito melhor termos uma relação boa com o PL, termos palanque no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, e trabalhar para ter em Minas. A relação é de pessoas”, afirmou.
No âmbito da reforma judiciária, Marco Aurélio defendeu medidas radicais de reorganização: extinção de órgãos como o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), fim da interferência excessiva sobre juízes estaduais, reestruturação do Ministério Público, além de limitar o poder do TSE e dos TRTs, com migração de competências para a Justiça Federal.











