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Minas Gerais

"Imbecil", reage Nikolas após Rousseff pedir apreensão de seu passaporte

Deputado eleito Pedro Rousseff (PF) acionou PGR para "alerta" sobre possibilidade de Nikolas fugir do país após Flávio

27/10/2026 20:07, atualizado 27/10/2026 20:11
Redes sociais/Reprodução
nikolas ferreira

Belo Horizonte – O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) chamou o deputado federal eleito Pedro Rousseff (PT-MG) de “imbecil” e “jacu” ao reagir, nesta terça-feira (27/10), ao pedido do sobrinho da ex-presidente Dilma (PT) para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) avalie a retenção de seu passaporte e a proibição de que deixe o país. Para Rousseff, Nikolas pode “fugir a qualquer momento”.

Nikolas inicia a reação dizendo que estava em casa, “assim como todo mundo, ainda indignado, reflexivo sobre tudo que tá acontecendo e aconteceu”, em relação à derrota do aliado Flávio Bolsonaro (PL) para Lula (PT) na eleição presidencial.

“Eu sou obrigado a ler que esse imbecil, esse jacu, está pedindo a apreensão do meu passaporte. E pelo quê? Por nada. O motivo é porque o Flávio saiu e aí tem que também apreender o passaporte do Nikolas”, reclamou o parlamentar do PL em vídeo publicado nas redes sociais, mostrando reportagem sobre o pedido de Rousseff.

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Nikolas atribuiu a iniciativa de Rousseff a uma tentativa de ganhar exposição. “A ânsia deles de aparecer na mídia é muito grande. Então, toma aí seus 30 segundos de fama, sobrinho da Dilma”, provocou.

O parlamentar do PL também acusou a esquerda de perseguir adversários políticos. “Eles estão tão ávidos para ir para cima dos seus inimigos políticos que estão se esquecendo que, cada vez mais, estão só mostrando a face de quem de fato é a esquerda”, disse. Ao final, acrescentou: “Vai caçar alguma coisa para fazer, menino. Pelo amor de Deus”.

Pedro Rousseff acionou o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e citou um procedimento criminal aberto contra Nikolas por uma suposta injúria ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2024. O petista alegou risco de fuga após Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixar o Brasil e seguir para os Estados Unidos, mesmo depois de Alexandre de Moraes determinar a entrega de seus passaportes.