Gás de cozinha fica mais caro em BH e região; botijão chega a R$ 159
Pesquisa mostra que botijão de 13 kg entregue em casa custa, em média, R$ 130,01; preço muda conforme a região e pode chegar a R$ 159

Belo Horizonte – O preço do gás de cozinha voltou a subir em setembro em Belo Horizonte e na Região Metropolitana. Em agosto, o botijão de 13 kg com entrega custava, em média, R$ 128,63. Agora, o valor chegou a R$ 130,01, alta de 1,07%.
Os dados são de levantamento do site MercadoMineiro.com.br, realizado entre os dias 8 e 10 de setembro, divulgados nesta segunda-feira (14/9). Dependendo do estabelecimento, o botijão entregue pode custar de R$ 115 a R$ 159 — uma diferença de R$ 44, ou 38,26%.
Preço muda conforme a região
O endereço do consumidor também faz diferença no bolso. Venda Nova tem o menor preço médio do botijão entregue, de R$ 120. Na outra ponta está a Região Oeste de Belo Horizonte, onde a média chega a R$ 133,40.
A diferença entre as duas regiões é de R$ 13,40 por botijão, ou 11,17%. Para uma família que compra um por mês, são cerca de R$ 160 de diferença ao longo de um ano.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesEntre as demais localidades pesquisadas, Ribeirão das Neves tem preço médio de R$ 123,50, seguido de Contagem (R$ 124,15), Região Leste (R$ 127,82), Região Norte (R$ 128), Sabará (R$ 130), Barreiro (R$ 130,50), Pampulha (R$ 131), Nordeste (R$ 131,21), Noroeste (R$ 131,36) e Centro-Sul (R$ 133,33).
Retirar o botijão pode sair mais barato
Quem busca o botijão diretamente na revenda encontra preços menores. A média para retirada é de R$ 114,75, enquanto a do produto entregue em casa chega a R$ 130,01.
A diferença entre as médias é de R$ 15,26. O MercadoMineiro ressalta, porém, que esse valor não representa necessariamente o preço da entrega, já que são médias de modalidades diferentes.
Na retirada, os preços encontrados variam de R$ 99,99 a R$ 145.
O que explica a alta?
Um dos fatores que ajudam a explicar o aumento em setembro é o reajuste anual dos custos das distribuidoras e engarrafadoras de gás, que inclui despesas com salários dos trabalhadores do setor.
Segundo o MercadoMineiro, o reajuste foi anunciado em 1º de setembro e pode chegar ao consumidor por meio de repasses feitos ao longo da cadeia.
O preço final, no entanto, também depende de outros fatores, como transporte, custos de funcionamento das empresas, entrega, margem das revendas e concorrência em cada região.
Outras modalidades também ficaram mais caras. O botijão de 13 kg retirado na revenda passou de R$ 113,95 para R$ 114,75, alta de 0,70%. Já o cilindro de 45 kg com entrega passou de R$ 480,59 para R$ 482,46, avanço de 0,39%.
Para a pesquisa completa, acesse www.mercadomineiro.com.br.



