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Minas Gerais

Cleitinho defende pena de morte após chacina que matou quatro em MG

Cleitinho compartilhou vídeo dos ataques em Visconde do Rio Branco (MG) e afirmou que debate sobre tema precisa ser feito o quanto antes

25/06/2026 07:51
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Pedro França/Agência Senado
Cleitinho Azevedo

Belo Horizonte — O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) defendeu a adoção da pena de morte no Brasil após a chacina que deixou quatro pessoas mortas em Visconde do Rio Branco, na Zona da Mata mineira. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar usa imagens dos ataques para afirmar que o caso reforça a necessidade de discutir a medida.

“Olha por que que no Brasil tem que ter pena de morte”, diz Cleitinho no início da gravação, enquanto exibe imagens do suspeito circulando pela cidade antes dos crimes.


Durante o vídeo, o senador narra parte da ação registrada por câmeras de segurança e afirma que o homem “matou quatro pessoas”. Em seguida, defende que autores de crimes dessa gravidade não deveriam permanecer presos às custas do Estado.

“Agora, imagina se não tivessem matado ele. Ele ia pra cadeia e essas quatro famílias que perderam seus entes queridos iam trabalhar pra manter esse desgraçado na cadeia. Ia voltar e ia continuar repetindo mais crimes. Então por isso que a gente precisa debater o mais rápido possível pena de morte. Uma escória dessa não pode viver em sociedade”, afirmou.

A chacina ocorreu na tarde dessa terça-feira (23/6). Segundo a Polícia Militar, o suspeito, Igor Moreira, de 31 anos, matou a companheira, Thaís Ramos Gonçalves, de 31 anos, e outras três pessoas: Sidnei de Jesus Silva, de 31 anos, Alexandre José Ribeiro, de 46, e Sérgio Adriane dos Santos, de 55, conhecido como “Grilo”.

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o suspeito chega de motocicleta a um estabelecimento comercial, aborda Sérgio Adriane, exige dinheiro e o golpeia com uma facada. Em seguida, ele invadiu um supermercado armado com uma faca, ameaçou clientes e funcionários e roubou dinheiro dos caixas, provocando correria entre as pessoas que estavam no local.

Após a sequência de ataques, o suspeito foi baleado pela Polícia Militar, socorrido e levado para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos. A motivação dos crimes ainda é desconhecida e o caso é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).