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Janela Indiscreta

Secretaria rebate acusação de SindSaúde sobre repasse: "Notícia falsa"

Troca de farpas foi motivada por remanejamento de recursos da Saúde para a Novacap, conforme consta no Diário Oficial do DF

21/02/2018 21:08, atualizado 22/02/2018 07:38
Felipe Menezes/Metrópoles
Secretaria rebate acusação de SindSaúde sobre repasse: “Notícia falsa”

As diferenças entre a Secretaria de Saúde (SES) e o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (SindSaúde) ganharam mais um episódio nessa quarta-feira (21/2). Em comunicado oficial, a pasta esclareceu um remanejamento orçamentário publicado no Diário Oficial do DF no valor de R$ 46 mil em favor da Companhia Urbanizadora de Brasília (Novacap).

A nota foi publicada após o sindicato divulgar texto questionando o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, sobre a retirada do Fundo de Saúde do DF. “É no mínimo estranho recursos da Saúde sendo destinados a outro setor adverso ao SUS, principalmente enquanto o governo alega que a falta de verba é uma das principais carências dos hospitais”, registrou o SindSaúde.
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Secretaria de Saúde rebate sindicato e diz que notícia é falsa
SindSaúde acusa SES-DF de retirar recursos da pasta para a Novacap
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SindSaúde acusa SES-DF de retirar recursos da pasta para a Novacap

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Segundo a Secretaria de Saúde, o repasse ocorreu visando a construção de novas unidades de saúde e a consevação das já existentes. “Mais uma vez, o SindSaúde, em uma estratégia cada dia mais político-eleitoral, isola-se dos interesses da sociedade – e de sua categoria – para espalhar notícias falsas e distorcidas acerca do que acontece na saúde pública do DF”, retrucou a pasta.

Transparência
Em contato com a coluna após tomar conhecimento do texto produzido pela SES, a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, manteve o tom de questionamento. “O secretário tenta explicar o inexplicável. No Diário Oficial, não fica claro para onde vai o dinheiro, como se exige em qualquer processo transparente. Reafirmo a minha crítica e ela existirá sempre em publicações oficiais com brechas para tal. Coisa pública tem de ser pública”, insiste a sindicalista.