GDF prevê verba para nomeações em até 23 concursos públicos no ano que vem
Projeto de lei será encaminhado à Câmara Legislativa nesta quarta-feira (14/9) e deve ser avaliado pelos deputados distritais até fim do ano

O governador Ibaneis Rocha (MDB) encaminhará para a Câmara Legislativa (CLDF), nesta quarta-feira (14/9), o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA 2022) com a sugestão de direcionamento de recursos para todas as áreas tidas como prioritárias pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para o ano que vem.
De acordo com o texto enviado, o orçamento para o DF terá o valor de R$ 48,2 bilhões. Deste total, serão R$ 31,9 bilhões do Tesouro Distrital e outros R$ 16,2 bilhões oriundos do Fundo Constitucional (FCDF). A LOA de 2021 previa a distribuição de R$ 44,19 bilhões para diversas áreas, o que representa um acréscimo de 8,31%.
De acordo com o secretário de Economia, André Clemente, há aumento nas previsões para as áreas de segurança pública, saúde e educação.
“O planejamento público contido na Lei Orçamentária de 2022 consolida as orientações do governador Ibaneis e repete as técnicas utilizadas com sucesso desde 2019 que permitiram melhorar a avaliação das finanças locais e fazer entregas importantes nas áreas de saúde, educação, obras, segurança e programas sociais”, afirmou.
Nomeações
Do total dos recursos, houve também a prioridade do governo local em reservar verba para garantir a convocação e a nomeação de aprovados em até 23 concursos públicos realizados pelo governo local.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO recurso, contudo, não significa que todos serão concluídos em 2022. “Aqueles que forem concluídos terão recursos previstos para as nomeações”, frisou.
Somente com recursos do Fundo Constitucional, há previsão de R$ 8,6 bilhões para a Segurança Pública, incluindo pessoal, custeio e investimentos. Na área da saúde, a previsão é de R$ 4,3 bilhões. Já na Educação, serão R$ 3,3 bilhões de recursos oriundos da união.
Os recursos do Tesouro local terão R$ 16,5 bilhão ou 53,97% do total, destinados a pagamentos de pessoal e encargos sociais. Para investimentos, serão R$ 2,4 bilhões. Os gastos ainda precisam ser aprovados pelos deputados distritais.



