GDF confirma 10 novos casos e mais um óbito pela variante Delta

No total, 346 pessoas receberam teste positivo para a mutação da Covid-19 que já representa a maioria das amostras coletadas na capital

atualizado

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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Uma mão com uma seringa tirando o líquido da vacina de um recipiente
1 de 1 Uma mão com uma seringa tirando o líquido da vacina de um recipiente - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A Secretaria de Saúde notificou 10 novos casos de pacientes infectados com a variante Delta no Distrito Federal da última quinta-feira (9/9) até agora. Atualmente, a pasta indica 346 pessoas que foram confirmadas com a versão mais transmissível da Covid-19.

Na capital federal, foram 7 mortes causadas pela mutação do Sars-Cov-2 originada na Índia. A variação pode ser até 8 vezes mais transmissível que a cepa Alfa, originária no Reino Unido, por exemplo, embora a taxa de óbito seja menor. Na semana passada, o DF tinha seis mortes confirmadas em decorrência da cepa – cinco no DF e uma em Goiás. O número aumentou no último sábado (11), quando morreu um homem de Santa Maria, que tinha comorbidade e havia tomado apenas a primeira dose.

Dos pacientes confirmados, 219 são mulheres e outros 127 homens infectados pela nova variante. Quando se faz o recorte de pessoas com a Delta no Distrito Federal, 86 estavam com o com esquema vacinal completo, 109 estavam incompletos (só com uma dose) e outras 129 pessoas sem nenhuma aplicação do imunizante.

“O número em si não significa muita coisa. Mas se a gente pegar esse quantitativo de pessoas que estavam com o esquema completo vacinal e dividirmos pelo número de pessoas que realmente adoeceram, temos um percentual muito pequeno e isso evidencia mais uma vez a importância de quem não se vacinou se vacinar”, disse Fabiano dos Anjos, diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde.

Semana sem antecipação

Secretaria de Saúde informou, nesta segunda-feira (13/9), que não deve antecipar nesta semana novas datas para a aplicação da segunda dose das vacinas para quem tomou AstraZeneca ou Pfizer no Distrito Federal. Até então, o governo local mantinha a tendência de anteceder em até três semanas a data do ciclo total da imunização.

A decisão ocorreu por causa da falta de novos repasses das vacinas do Ministério da Saúde específicas para a chamada D2, exclusiva para a segunda dose. As declarações ocorreram durante coletiva de imprensa realizada pela Secretaria da Saúde do DF.

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