Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Janela Indiscreta

Érika Hilton quer instaurar CPI do Racismo na Câmara Municipal de SP

Vereadora paulistana apresentou o pedido na Câmara Municipal, no dia da Abolição da Escravatura, para investigar casos recorrentes em SP

13/05/2022 19:19
Compartilhar notícia
Pedro Maia / Divulgação
Vereadora Erika Hilton no plenário da Câmara de Vereadores de SP

Vereadora de São Paulo, Érika Hilton (PSol) protocolou, nesta sexta-feira (13/5), um pedido para a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) exclusiva para investigar casos e denúncias de racismo ocorridos na cidade de São Paulo (SP).

Hilton presidiu recentemente a CPI que investigou a violência contra pessoas trans e travestis e agora mira na violência racial contra a população negra e indígenas na principal cidade do país. O pedido foi protocolado no dia que do 134º aniversário da Abolição da Escravatura no Brasil.

Érika Hilton quer instaurar CPI do Racismo na Câmara Municipal de SP - destaque galeria
5 imagens
A vereadora eleita Erika Hilton (PSOL)
Erika Hilton (PSOL)
Érica Hilton é mulher trans
Vereadora eleita Erika Hilton (PSOL)
Erika Hilton (PSOL) é a primeira mulher trans a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal de São Paulo
1 de 5

Erika Hilton (PSOL) é a primeira mulher trans a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal de São Paulo

Fábio Vieira/Especial Metrópoles
A vereadora eleita Erika Hilton (PSOL)
2 de 5

A vereadora eleita Erika Hilton (PSOL)

Fábio Vieira/Especial Metrópoles
Erika Hilton (PSOL)
3 de 5

Erika Hilton (PSOL)

Reprodução/Instagram
Érica Hilton é mulher trans
4 de 5

Érica Hilton é mulher trans

Pedro Maia / Divulgação
Vereadora eleita Erika Hilton (PSOL)
5 de 5

Vereadora eleita Erika Hilton (PSOL)

Fábio Vieira/Especial Metrópoles

“A CPI foi proposta neste dia, de maneira simbólica, para denunciar as mazelas do racismo que persistem até hoje na nossa sociedade, na cidade de SP e inclusive na Câmara Municipal de São Paulo”, afirmou a parlamentar.

Segundo a vereadora, o reconhecimento desses fatos, por parte da Câmara Municipal de São Paulo, implica entender que pessoas negras e indígenas são parte fundamental na construção de uma cidade mais justa.

“A CPI ora proposta, mais do que simplesmente discutir os severos efeitos do racismo na vida da população negra e indígena paulistana, visa empreender iniciativas que atuem para reverter a desigualdade étnico-racial que submete esses sujeitos à marginalização, segregação e subvalorização constantes”, registrou na justificativa.